segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Reunião JPMDB-MG


A diretoria executiva da JPMDB/MG, convoca todos os jovens militantes para comparecerem à nossa 1ª reunião do ano de 2013, que ocorrerá na quarta feira, dia 23/01, às 19h na sede estadual do PMDB, localizado na rua: Juiz de Fora nº1375 – Santo Agostinho, BH
PAUTA:
#Elaboração do Cronograma Anual de Ações;
#Organização Nacional;
#Reconstrução da sala da Juventude;
#Assuntos Gerais
Contamos com a presença de todos.

Felipe Piló
Presidente Estadual
JPMDB/MG

Geraldo Godoy presidirá AMVA

O prefeito de Periquito, Geraldo Godoy (PMDB), é o novo presidente da Associação dos Municípios do Vale do Aço (AMVA) em substituição ao ex-prefeito de Mesquita, José Euler (PPS). A assembleia de prefeitos aconteceu na tarde de ontem (2ª, 14) na sede da entidade no bairro Horto, em Ipatinga, e transcorreu num clima de cordialidade. Como prefeito de Açucena, Godoy presidiu a AMVA em 1989 e 1990. Ele retorna à direção da associação pela terceira vez, 22 anos após a sua última gestão, se igualando ao falecido ex-prefeito de Ipatinga, o peemedebista Jamil Sellim de Sales que comandou a associação em 1976, 1983 e 1984. A eleição teve chapa única para escolha da 28ª diretoria da AMVA, a primeira associação de municípios de Minas Gerais fundada em 1974.
Geraldo Godoy conduzirá a entidade pelos próximos dois anos e disse que a AMVA tem um histórico de importantes conquistas para toda a região, mas principalmente para os pequenos municípios sempre relegados a segundo plano nas discussões com as instâncias governamentais. "A nossa proposta é unir todos os municípios e fortalecer a voz da região junto ao governo estadual e federal. Temos questões que só serão resolvidas se estivermos no centro das discussões políticas em Belo Horizonte ou Brasília. Vamos usar a relação política que construímos nestes mais de 30 anos para trazer benefícios para o Vale do Aço. A AMVA será um instrumento muito importante para alcançarmos este objetivo", comentou.

Expectativa

O prefeito de Braúnas, Geraldo Flávio (PSDB), disse esperar por uma gestão que continue priorizando os interesses dos pequenos municípios que são os que mais necessitam de força política. "Estou retornando para administrar Braúnas e aposto muito na gestão de Geraldo Godoy. É muito bom ouvir do novo presidente que ele tem disposição para defender o interesse dos demais municípios. Nós vamos precisar desta sua influência política junto ao governador e até ao governo federal, em Brasília. Temos certeza de que isso será usado em benefício de todos os demais municípios", afirmou.  
Além de Geraldo Godoy, compõem a nova diretoria da AMVA os seguintes prefeitos: 1° Vice-Presidente - José Carlos de Assis (Antônio Dias), 2° Vice-Presidente - Anselmo Pires de Carvalho (Pingo D'Água); Conselho Fiscal: Antônio Carlos de Alvarenga (Joanésia), Ailton Lima de Paula (Córrego Novo) e Geraldo Magela Borges de Castro (Marliéria); Suplentes do Conselho Fiscal: José Fábio de Oliveira Gonçalves (Mesquita), Edson Rogério da Silva (Entre Folhas) e Geraldo Flávio de Andrade (Braúnas). A assembléia, da qual também participaram os prefeitos de Belo Oriente, Pietro Chaves (PDT) e de Ipaba, Edimarcos Gonçalves, o "Marquinhos do Odilon" (PDT), ainda aprovou a permanência do ex-prefeito de Naque, Albson Alvarenga (PMDB), como secretário Executivo da entidade.

Assessoria de Comunicação AMVA

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

A JPMDB e a redução da maioridade Penal


Está em discussão no congresso brasileiro um tema bastante controverso e atual que é a redução da maioridade penal. Tema que por sinal é bastante relevante não apenas pra nós que fazemos parte de uma  Juventude organizada, mas de milhões de brasileiros, entre advogados, juízes, policiais e cidadãos. Vivemos em uma sociedade que opta pela saída mais simples que nesse caso seria a redução e causaria um problema nada simples.
As crianças e adolescentes passaram por um período de total esquecimento, até se chegar a uma legislação especifica, que mesmo com lacunas, garantiu avanços sobre a questão. Sabemos que muita coisa já mudou, mesmo que algumas vezes só no papel, mas que ainda necessita de vontade política para se efetivar, e construir alternativas de mudanças para o quadro social atual e assim diminuir a criminalidade.
Sabemos que existe uma maturidade inerente a pessoas com menos de 18 anos, tendo sua mente e seus valores éticos em constante mudança e ainda em formação. Por estar nessa fase de mutação de valores e comportamento, acreditamos que seria possível corrigir as deturpações eventualmente sofridas e devolve-lo ao convívio social sem a necessidade de uma penalidade tão severa quanto é dada aos maiores de 18 anos. Vale ressaltar que a redução da maioridade Penal não iria resolver os problemas da criminalidade, pois o crescimento da violência deve-se mais a problemas sociais do que policias. Somado a essa questão devemos levar em conta que a malha carcerária brasileira, não possuiria vagas capazes de receber esse contingente de presos, resultantes dessa diminuição da maioridade penal, uma vez que é notório que o sistema carcerário esta superlotado, não havendo sequer como dar vazão aos presos maiores.  A redução pela redução nada adiantaria, uma vez que assim procedendo estaria aumentando o contingente  de um sistema carcerário falido. 
Devemos destacar com ampla aspa que o percentual de crimes praticados por menores é bem inferior  que o sensacionalismo midiático, chamando a atenção para a repercussão e notoriedade atribuída a casos pontuais, que geram uma sensação de insegurança por vezes maior que o vivenciado.
Só enfrentaremos esses problemas quando acreditarmos que a violência cometida por menos não é caso de Policia  e sim de estado, a manutenção da maioridade penal aos 18 anos, deve ser seguido de investimento estratégicos em educação e cultura para os Jovens e adolescentes. Já ouvimos falar de um antigo ditado popular, “Cabeça vazia, oficina do Diabo”, essa frase tem muito a ver com nosso tema, pois os investimentos em educação e cultura tirarão milhões de jovens e adolescentes das ruas, os colocando dentro das salas de aula e ocupando as suas mentes com aprendizado e crescimento pessoal, concluindo assim que a única saída para resolver o problema da violência cometida por menos é a Educação.
Investir  em educação é construir pontes para o um futuro melhor, tirando nossos jovens das ruas e da criminalidade e os transformando em pessoas melhores. Por isso nós da Juventude do PMDB, somos contra a redução da maioridade penal, por não resolver o problema e imputar peso sobre jovens que são vitimas da ineficiência do estado! Lutar contra a redução é lutar a favor da educação e a favor de um país melhor...

Bruno Julio
JPMDB-MG
Coordenador Nacional do MDB Estudantil
Diretor da União Nacional dos Estudantes - UNE

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Os novos desafios da JPMDB Nacional



* Márcio Carvalho

 As vésperas de uma nova convenção da JPMDB Nacional, percebo a necessidade de coletivamente fazermos algumas reflexões, autocríticas e assumirmos novos desafios.
Em artigos anteriores comentei as três fases contemporâneas da JPMDB Nacional ( 2 Coordenadores Nacionais = impasse político, Gestão João Lages = transição, Gestão Gabriel Souza = reorganização).  Estes três momentos foram fundamentais para que pudéssemos amadurecer algumas questões dentro da JPMDB.
A primeira delas é que nenhum acordo político interno pode ser feito sem ter como alicerce o trabalho real e de base, com meta programática e fidelidade partidária.   As experiências da JPMDB de organização que não tiveram como base estas premissas inevitavelmente tiveram um fim desastroso.  É só com trabalho real que a JPMDB Nacional cresce, é na ação diária e politizada, só assim fortalecemos nosso projeto político.
A segunda questão é que a JPMDB é uma organização plural e nacional. Nossa força vem da nossa unidade política e do respeito à diversidade de idéias e de projetos políticos. Todas as experiências de ação política externa da JPMDB pontuais ou regionalizadas, na maioria das vezes, não obtiveram sucesso e, quando o sucesso foi alcançado, não perduraram muito. Nosso exemplo positivo neste caso foi o vitorioso II Congresso Nacional da JPMDB, realizado no Rio de Janeiro em 2012 e o crescimento em larga escala do MDB Estudantil. Estes exemplos mostram que nossa força advém de um projeto nacional, respeitada a diversidade e a pluralidade de idéias, com trabalho de base e ação federativa.
Uma terceira questão que a realidade nos apresentou é que a JPMDB cresce e amadurece quando pratica o método dialético (tese-antítese-síntese) na relação com a juventude brasileira e suas organizações.  É na contraposição e contradição de idéias que leva a outras idéias que melhorarmos nossa ação pública, nosso programa juvenil partidário, ou seja, precisamos estar “junto e misturado” com a galera. Só assim teremos uma “práxis” partidária juvenil verdadeira.
Poderíamos citar como quarta questão a renovação dos quadros da juventude através da promoção destes para novas tarefas públicas. Exemplo disso é o Presidente Nacional da JPMDB, Gabriel Souza,  suplente de Deputado Estadual no Rio Grande do Sul que assumiu a Secretaria de Planejamento da sua cidade natal, Tramandaí. Além do Presidente Gabriel outros quadros também assumiram novas tarefas nestes últimos meses. Em Fortaleza a companheira Jade Romero assumiu como Secretária da Coordenadoria de Participação Popular da Prefeitura. Em Goiás o Presidente da JPMDB Estadual, Pablo Rezende assumiu a Secretaria Municipal de Juventude da capital. Estes são pontuais exemplos da mudança de qualidade da ação da JPMDB. Mas o que isso significa? A JPMDB é uma organização partidária exclusivamente gestora pública agora?
Nem tanto ao céu, nem tanto a terra. Tenho o entendimento que agora a JPMDB está cumprindo com louvor seu compromisso com o partido de fornecer quadros qualificados e comprometidos em melhorar as condições de vida do povo brasileiro. A JPMDB sempre cumpriu este papel, mas nas fases anteriores tínhamos um crescimento tímido, agora temos uma geração de novos quadros assumindo novas tarefas.
A JPMDB não muda sua perspectiva de ação, ela simplesmente agrega mais esta perspectiva e assume o compromisso de formar cada vez mais quadros que possam representar o partido e a juventude nas novas tarefas que estão por vir.
Porém é preciso assumir novos desafios neste contexto.
O primeiro e principal deles é cuidar da formação política da nossa militância. O crescimento da JPMDB está intimamente ligado a qualidade de intervenção política dos seus quadros, na qualidade das suas propostas para a juventude e o Brasil. Sem formação política nossa juventude está fadada a retroceder na sua evolução política e organizacional. Nossa formação política tem também de servir como ferramenta de disputa ideológica na sociedade, é preciso disputar idéias e ideais, é necessário enfrentar o conservadorismo, o machismo, o coronelismo político , o individualismo, a alienação com propostas novas, com transparência, honestidade e participação popular. Não há outro caminho para trilharmos se não for o da educação. Para isto é preciso educar-se!
O segundo desafio é ampliar nossa ação nos movimentos sociais que são a expressão verdadeira da sociedade. Crescer nossa ação estudantil e vital, porém também é necessário debater a ação das jovens mulheres, dos jovens indígenas, da juventude negra, dos jovens trabalhadores (urbanos e rurais), do movimento LGBT, dos direitos humanos, do meio ambiente, dos movimentos de bairro, dos internautas e de todas as outras expressões de organização da juventude brasileira.
Assumir mais que isso como desafio político para a próxima gestão da JPMDB também seria desrespeitar a correlação de forças atuais da sociedade, da JPMDB e do partido.
Bora lá galera!
A luta continua!

“Ontem um menino que brincava me falou
Hoje é a semente do amanhã
Para não ter medo que este tempo vai passar
Não se desespere, nem pare de sonhar
Nunca se entregue, nasça sempre com as manhãs
Deixe a luz do sol brilhar no céu do seu olhar
Fé na vida, fé no homem, fé no que virá
Nós podemos tudo, nós podemos mais
Vamos lá fazer o que será”
(Nunca pare de sonhar – Gonzaguinha)


* Marcio Carvalho, 34 anos, é historiador, Vice-Presidente da Fundação Ulysses Guimarães do Paraná e atua no momento como Coordenador Geral de Relações Institucionais da Secretaria Nacional de Juventude do Governo Federal

JPMDB e a luta pela Equidade de Gêneros


Nós mulheres tivemos avanços significativos nas últimas décadas. Conquistamos o direito ao voto, a cota de representação de mulheres, com a reserva de vagas nas eleições proporcionais. Até chegarmos à mini-reforma política de 2009, onde os partidos políticos devem ocupar as vagas e não reservar. Destinar 5% do fundo partidário para que se invista efetivamente em formação e atividades para fortalecer a presença das mulheres nos pleitos eleitorais e na ocupação de cargos de poder. Estes avanços, no entanto, são apenas uma pequena parte de uma grande luta que ainda temos pela frente, e que depende fundamentalmente do engajamento de todas nós, ocupando espaços nos partidos, governos, e principalmente, na sociedade.
 A cota de 30% de mulheres nas chapas proporcionais foi uma conquista importante, mas de nada vai valer se não nos engajarmos na militância, trazendo outras mulheres para a construção de uma política de igualdade de gêneros. Na Câmara dos Deputados, por exemplo, temos atualmente 47 mulheres e 466 homens. Ou seja, somos 51% da população segundo o último Censo, com apenas 9% de representação na maior casa de leis do país. É uma situação que precisa ser radicalmente transformada, o que só vai acontecer quando todas nós estivermos conscientes da importância da participação feminina na discussão de construção de uma nova política.
 O PMDB tem desenvolvido um trabalho espetacular, que nos enche de esperança quanto ao futuro, com o núcleo de mulheres e também o núcleo de juventude, onde a participação das jovens cresce positivamente.  O trabalho do PMDB Mulher e da JPMDB precisa estar cada vez mais integrado, para que possamos ter cada vez mais força na formulação de políticas públicas de gênero e atrair cada vez mais militantes jovens para ocupar os espaços da política, predominantemente masculinos.
 Por isso faço uma provocação, um convite às Jovens mulheres brasileiras, que já são militantes e às que ainda não atuam na política, para que possamos ampliar cada vez mais nossa força. Todas precisamos entender que questões como o combate à violência doméstica,  o preconceito e  igualdade de fato no mercado de trabalho são questões políticas que precisam das mulheres atuando na linha de frente.
A atuação da Juventude do PMDB tem se atentado muito a isso, e a realidade da jovem mulher brasileira tem sido amplamente discutida pela militância. No 2º congresso Nacional da JPMDB, realizado no Rio de Janeiro do último ano, tiramos a resolução da nossa militância sobre a pauta de jovens Mulheres. Seguem nossas propostas :

1.                   A efetiva aplicação das leis, campanhas massivas de prevenção e esclarecimento das DSTs, HIV, Câncer e Gravidez Precoce.
2.                  Num país onde a violência contra a mulher ainda habita nosso cotidiano, precisamos cumprir e fazer cumprir a Lei Maria da Penha.
3.                  Campanhas educativas e elucidativas de prevenção e enfrentamento contra a violência e tráfico de jovens mulheres com recorte etário e étnico são extremamente importantes neste momento brasileiro.
4.                  É necessário avançar no combate a evasão escolar de jovens mães com a construção de políticas públicas que assegurem a continuação do ensino com creches nas escolas de ensino médio e universidades em estados e municípios com gestão do PMDB ou partidos aliados.
5.                  Precisamos garantir a publicização de leis que amparam jovens mulheres sobre igualdade de direitos entre homens e mulheres no mercado de trabalho, com condições de emprego e renda.
6.                  Defendemos a paridade de participação de jovens mulheres nas direções municipais, estaduais e nacional da JPMDB e Partidária.
7.                  Defendemos 30% de participação de jovens mulheres nas executivas municipais, estaduais e nacional do PMDB Mulher.
8.                  8 .Cumprir e fazer cumprir a lei da mini-reforma eleitoral que institui os 5% do fundo partidário para o PMDB Mulher, 10% da participação de mulheres na propaganda institucional partidaria e 30% das nominatas com candidaturas de mulheres e jovens mulheres.

Quanto mais participarmos das decisões e nos colocarmos à frente dos processos políticos, mais mulheres perderão o receio e quebrarão os tabus e o medo do preconceito, colocando-se como sujeitas de sua própria história. Quanto mais mulheres estiverem lutando por seus direitos, mais perto estaremos de conquistar nossos sonhos, vencer a violência e construir um país mais justo para todas e todos. 
Vamos à luta!

Jéssica Ohana
Coordenadora de Comunicação da JPMDB Nacional
Diretora da União Nacional de Estudantes

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Prefeitura e UFJF estreitam parceria em obras e projetos


A Prefeitura Municipal e a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) estarão juntas na execução de várias propostas e projetos nos próximos meses. Em visita ao reitor Henrique Duque no final da tarde, o prefeito Bruno Siqueira estreitou contatos para a efetivação de ações e obras diversas, como a conclusão do Ginásio Poliesportivo Municipal, a reforma do Museu Mariano Procópio e a reformulação no trânsito na Cidade Alta.

Durante a conversa, Bruno manifestou o interesse de contar com a parceria da instituição nessas e em outras frentes, que serão detalhadas nos próximos meses. “É muito importante para a administração municipal contar com essa integração com a UFJF, não somente do ponto de vista da viabilização de projetos, mas no aproveitamento do próprio conhecimento da comunidade acadêmica em benefício da comunidade”, explicou.

O reitor Henrique Duque destacou que os primeiros resultados dessa afinidade já produziram efeitos, por exemplo, na organização do trânsito para as provas dos programas de ingresso da instituição no final deste mês. “A Prefeitura e a UFJF precisam caminhar juntas, pois os interesses são comuns, como por exemplo na reabertura do Museu, que pode ser campo de atuação para alunos e professores de vários de nossos cursos”, afirmou o reitor.

* Outras informações com a Secretaria de Comunicação Social pelos telefones 3690-7599 e 3690-7245.
 

GABINETE DO PREFEITO

Adiamento de posse de Chávez não configura ruptura democrática, diz Requião

Brasília (DF) – O adiamento da posse do presidente Hugo Chávez para um novo mandato não pode ser considerado sinal de ruptura da ordem democrática na Venezuela, segundo o presidente da Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul (Parlasul), senador Roberto Requião (PR). Em sua opinião, deve-se garantir um prazo de três a quatro meses para que se defina se o país vizinho deverá ou não promover novas eleições.

- Não houve ruptura democrática de jeito nenhum. Chávez foi eleito em uma eleição direta, muito disputada, e depois confirmada pelas eleições de 20, dos 23 governadores de províncias. Não é a doença dele que vai invalidar (essas eleições). A incapacidade permanente, sim – disse Requião.

Chávez deveria assumir nesta quinta-feira (10) seu novo mandato como presidente da Venezuela. Como ele ainda se recupera de uma cirurgia em Havana, o vice-presidente venezuelano, Nicolás Maduro, solicitou que o presidente reeleito faça o juramento em outra data, diante do Tribunal Supremo de Justiça – possibilidade prevista na Constituição. A mesma Constituição, porém, também determina que, na ausência do presidente eleito, novas eleições devem ser convocadas em até 30 dias.

Requião traçou um paralelo com a doença do então presidente eleito Tancredo Neves, em 1985. Naquele momento, recordou, assumiu o comando do país o vice-presidente eleito, José Sarney. Da mesma forma, prossegue, assume agora o poder na Venezuela o vice-presidente, Nicolás Maduro. Se, após 90 ou 120 dias se confirmar o impedimento definitivo de Chávez, pondera o senador, aí sim devem ser convocadas novas eleições.

Para o presidente da representação, não se pode comparar a situação atual da Venezuela com o impeachment do presidente Fernando Lugo, que acabou afastando o Paraguai do Mercosul – sob a acusação de violação da cláusula democrática do bloco. Caso se configurasse ruptura do regime democrático na Venezuela, com o adiamento da posse de Chávez, também este país deveria ser afastado temporariamente do Mercosul.

- Não tem nada a ver uma coisa com a outra. No Paraguai houve um golpe, enquanto Chávez foi eleito para continuar na presidência. Agora assume o vice, como aconteceu com o Brasil. Temos que dar um prazo razoável para que se declare o impedimento definitivo (de Chávez). Não se pode frustrar uma eleição popular tentando conseguir o que no processo eleitoral não foi conseguido – afirmou Requião.

Agência Senado

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Na Luta por 10 a educação é 100!


Bruno Júlio*

Na última semana a Presidenta Dilma Rousseff vetou parcialmente o Projeto de Lei aprovado pelo congresso que modificava a distribuição dos royalties do petróleo, decidindo assim que 100% dos royalties dos futuros contratos de exploração serão investidos em educação. Esta semana será enviada ao congresso uma Medida Provisória com as alterações.
Além dos 100% dos royalties do petróleo, com a mudança 50% do fundo social do Pré-Sal também serão revertidos para investimentos na educação.
Nós da Juventude do PMDB, ficamos felizes porque com essas mudanças algumas de nossas bandeiras foram alcançadas, temos a certeza que a educação é ponte para o futuro, e mecanismo de desenvolvimento para os brasileiros, e tendo o petróleo e o Pré-sal como fonte de riqueza, nada seria mais justo do que investir na educação e no desenvolvimento dos brasileiros, deixando assim um legado de transformação para as próximas gerações. A Vitória da Educação brasileira deve-se a todo coletivo educacional do país, mas devemos render graças principalmente a União Nacional dos Estudantes (UNE), que sempre lutou para que as riquezas naturais seja fonte de desenvolvimento para o nosso país, há 60 anos a UNE estava nas ruas com a campanha “O Petróleo é nosso”, a luta da UNE não foi fácil, mas foi gratificante e compensatória. O primeiro compromisso da Presidenta Dilma com os 100% dos Royalties para a educação foi em Reunião com a UNE e a UBES no dia 22 de agosto, e assumiu compromisso com os estudantes Brasileiros perante dirigentes das entidades estudantis, outro grande passo para a vitória veio no dia 26 de agosto quando a UNE promove a Marcha dos Estudantes em Brasília, ocupando o congresso e garantindo a aprovação de 10% do PIB pra educação, nos meses seguintes a UNE, promoveu jornada de lutas em prol dos 100% dos royalties, vários tuitaços com a intenção de pressionar nossos governantes e mostrar a força dos estudantes, como diz nosso Presidente da UNE Daniel Iliescu, nada cai do céu, e essa vitória é de todo o movimento estudantil, essa geração de lutadores e sonhadores que nas ruas, aprovou os 100% dos royalties e 50% do fundo social do pré-sal para a educação será a mesma que não descansará e continuará na luta para aprovar os 10% do PIB pra educação, transformando o Brasil e fazendo uma revolução silenciosa através das escolas e universidades, elevando o país a outro patamar, a essa geração que marcou uma época com vitórias que se arrastarão durante décadas. O MDB estudantil e a JPMDB tiveram participação efetiva em todas as etapas que culminaram no dia da aprovação e agora da decisão da presidenta Dilma, desde a ocupação do congresso até pressão junto aos parlamentares do PMDB a nosso vice Presidente Michel Temer, que de maneira muito positiva garantiu total apoio a educação brasileira. Os próximos passos serão decisivos para a consolidação da nossa vitória, pressionar nosso parlamentares na votação da MP que irá para o congresso com as alterações e depois no senado com o Plano Nacional de Educação e aprovar os 10% do PIB para a educação. Se o presente é de luta o futuro nos pertence, vamos às ruas e ao congresso lutar pela educação de qualidade, para nosso Brasil mudar. Saudações Peemedebistas.

*Bruno Júlio, Diretor Executivo de Universidades Pagas da União Nacional dos Estudantes, coordenador Nacional do MDB Estudantil/ JPMDB Brasil e Estudante de Direito da PUC- Minas.

Distorções no ensino superior: Inverter a desigualdade

As universidades públicas brasileiras apresentam, em média, produção científica modesta e um dos mais elevados custos por aluno do mundo. Cada estudante custa à União US$ 13.000 por ano. Em relação ao PIB per capita do País, esse valor é o triplo do custo por estudante nos países da OCDE.   O governo brasileiro gasta, por aluno de nível superior, quase sete vezes o que gasta por aluno do ensino fundamental.   Em praticamente todos os países do mundo, os gastos do governo por aluno no nível fundamental são substancialmente maiores do que no ensino superior.    É urgente trazer para o debate nacional propostas que possibilitem inverter esta equação, de forma que o Brasil possa investir recursos mais amplos nos ciclos básicos de ensino.    Ter acesso à educação superior, há algum tempo, era considerado privilégio, mas a partir do governo Lula, foi democratizado, garantindo a todos a oportunidade de ingressar em uma universidade. Por isso os investimentos devem seguir dois eixos, primeiro, o forte investimento em educação básica, garantindo assim a plataforma educacional do estudante, diminuindo a margem de diferença e a concorrência ao acesso a universidade e formando o aluno como cidadão e com base para o desenvolvimento Intelectual para as próximas etapas de sua vida acadêmica e segundo a ampliação ao acesso, permanência do estudante na universidade, investimentos estruturais na instituições, valorização salarial do corpo docente e grande investimento nos eixos de universidade graduação, pesquisa e extensão, garantindo assim uma educação forte, e um estudante preparado desde o começo de sua vida acadêmica, seguindo a lógica proposta de inversão da desigualdade.   Quem atinge grau de instrução, melhora as condições de vida e reduz a taxa de mortalidade, entre outros benefícios, principalmente em um país em que apenas 45% dos jovens completam o ensino médio.    Trata-se, na realidade, de estender e universalizar as oportunidades, para que os mais pobres possam, pela via da educação, reduzir a desigualdade de renda existente no País.   Diante desse diagnóstico, o PMDB propõe uma ampla discussão nacional. O pressuposto desse debate não apenas se detém na perversa situação atual da educação no Brasil.   É necessário partir da realidade de que, ao não assegurar oportunidades educacionais para todos e acima de tudo investimentos em educação, o País não manterá a base de avanços iniciados pelo governo Lula, que deve ser ampliado no governo da presidenta Dilma.   Ao nosso entendimento, o que garantirá avanços é a margem aprovada pela câmara dos Deputados de 10% do PIB de investimentos em educação, compreendido no Plano Nacional de Educação, que lutaremos para ser mantido pelo Senado, colocando assim a educação na agenda estratégia de investimentos do governo para o desenvolvimento do país.   Por isso a luta se avança cotidianamente na busca de investimentos amplos em educação, desenvolvimento pessoal, sobretudo a educação de qualidade. Não existe saída estrutural da pobreza sem igualdade de oportunidades e investimento em educação.    #EducacaoLiberta   

Bruno Júlio Coordenador Nacional MDB Estudantil e Diretor Executivo de universidades pagas da União Nacional dos estudantes

2013: mãos à obra

Gabriel Chalita (*)
 Ao contrário do que costumamos ouvir repetidamente nesta época, o ano não começa depois do Carnaval. Especialmente o de 2013. Este será um ano de grandes desafios e oportunidades. Depende de nós transformá-lo em vitórias e em conquistas para o povo brasileiro. Com muito trabalho, desde os primeiros dias.

Logo de início, já tivemos a instalação das novas administrações municipais. A julgar pelo que foi dito por prefeitos novos ou reeleitos, o sentimento é de otimismo. A preocupação em cortar gastos e em melhorar as finanças das cidades mostra que o Brasil está no caminho certo. Isso permitirá que o dinheiro público seja direcionado a investimentos na área social e na de infraestrutura. Enquanto o mundo sofre com a crise econômica, nós podemos consolidar a trajetória de crescimento sustentável que vem dando às pessoas a chance de sair da miséria e da pobreza.

Este será também um ano em que o país atrairá ainda mais a atenção do mundo. A começar pela Copa das Confederações, em junho, o primeiro teste para a Copa do Mundo de 2014 e para os Jogos Olímpicos de 2016. Mais do que os gastos dos turistas estrangeiros que aqui desembarcarão, estará em jogo o legado que essas competições deixarão para o Brasil.

Em julho, ocorrerá a Jornada Mundial da Juventude, que será coroada com a presença do Papa Bento 16 no país. A última edição, em 2011, na Espanha, reuniu cerca de 2 milhões de pessoas. A expectativa é a de um público ainda maior este ano, e  não só no Rio de Janeiro, palco principal da celebração. Com as pré-jornadas espalhadas pelo Brasil, outras cidades também deverão se preparar para receber os jovens. Em São Paulo, por exemplo, são esperados mais de 40 mil, contingente superior ao de eventos tradicionais da cidade, como o Grande Prêmio de Fórmula 1.

Com as energias renovadas pelas festas de fim de ano, é hora de arregaçarmos as mangas e começarmos a construir um 2013 de glórias.

(*) Professor, escritor e deputado federal pelo PMDB de São Paulo

Enfrentar ou liberar as drogas?

Osmar Terra (*) 
Todos os países que liberaram os entorpecentes tiveram que voltar atrás, em função de problemas sociais e de segurança, e têm hoje leis duríssimas sobre o assunto

O dilema entre enfrentar ou liberar as drogas no Brasil exige mais do que uma opinião ideológica ou sociológica sobre o tema. Exige conhecimento da história, das pesquisas científicas mais atuais, do porquê e como um ser humano fica dependente das drogas, das políticas públicas e da experiência das famílias que vivem esse drama. Sem pretensão de fazer aqui um tratado sobre o tema posso dizer que um ponto central desse conhecimento científico sobre as drogas, e que é rigorosamente ignorado pelos defensores da liberação, é o de que a dependência química produz uma mudança estrutural, definitiva, no cérebro humano.

Fruto do estímulo continuado da droga, é produzido um novo tipo de memória de longo prazo da sensação causada, com novas conexões entre os neurônios no centro de recompensa cerebral, e que permanecerá para o resto da vida. Obedecendo a um mecanismo ancestral de sobrevivência, essa estrutura modificada passa a comandar a motivação do dependente e irá direcionar seus interesses e ações na busca da droga, em detrimento de todas as demais atividades. Mesmo tratado, o dependente recairá de forma cíclica, e a vitória maior será mantê-lo em abstinência prolongada. Assim funciona com qualquer droga. Do cigarro ao crack, passando pelo álcool e a maconha. Todas atuam na mesma região do cérebro com as mesmas consequências. O que varia é a rapidez e a intensidade com que isso acontece.

Tais alterações, depois de estabelecidas, caracterizam uma forma de doença crônica, até agora incurável, e que exigirá cuidados médicos permanentes. Junto com isso temos um percentual elevado de portadores de alguma outra forma de transtorno mental (ao redor de 20% da população), que são muito mais vulneráveis à dependência química que os não portadores. A Organização Mundial da Saúde (OMS) produziu um livro com consensos científicos internacionais sobre o assunto, “Neurociência do uso e da dependência de substancias psicoativas” (editora Roca), que pode ser consultado.

Na minha opinião, como médico estudioso do assunto, como secretário estadual da Saúde que fui por oito anos no Rio Grande do Sul e ex-presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde, afirmo que estamos diante do mais grave problema de saúde pública e de segurança no Brasil. A progressiva liberação das drogas produzirá uma oferta ampliada e multiplicará rapidamente o número de dependentes. Criaremos uma enorme legião de doentes crônicos, com dificílima readaptação a uma vida produtiva. E com custos humanos e financeiros extraordinários para o Brasil.

Entendo que a liberação seria muito mais desumana e onerosa para o país que qualquer forma de enfrentamento ao tráfico.

Até porque, liberadas, as drogas seriam “traficadas” por grandes indústrias e ter iam uma oferta colossal.

Todos os países que liberaram as drogas, como a Suécia, até 1969, e a China, no século XIX, tiveram que voltar atrás, em função dos problemas sociais e de segurança, e têm hoje leis duríssimas sobre o assunto. As experiências pontuais de liberação parcial do uso como a de Portugal fracassaram, aumentando o número de dependentes em tratamento e multiplicando os homicídios. Vide relatórios do Instituto Nacional de Administração (INA, dezembro de 2004), do governo português. Ao contrário do que afirmam os defensores da liberação, nos países que tomaram medidas mais firmes contra o consumo de drogas, como Suécia e EUA, houve diminuição de dependentes e de homicídios. Desde a década de 80 os homicídios caíram pela metade nos EUA e na Suécia morrem assassinadas 30 vezes menos pessoas, proporcionalmente, que no Brasil. Em outras palavras, se aqui tivéssemos as taxas de homicídios da Suécia, 48 mil pessoas deixariam de morrer assassinadas a cada ano.

Com essa visão e acompanhando o sofrimento de muitas famílias é que me motivei a propor as mudanças na lei sobre drogas, enfrentando, e não liberando seu consumo. Elas deverão ser votadas ainda no primeiro semestre de 2013 na Câmara dos Deputados.

(*) Deputado federal pelo PMDB do Rio Grande do Sul e ex-secretário da Saúde do Rio Grande do Sul

Estamos de Volta!

Após alguns meses de ausência nossas postagens diárias no blog, estão de volta. Falaremos, sobre política, juventude, Brasil, Minas, Movimento Estudantil, enfim aquilo que movimenta nosso dia-dia.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

NOTA DE COMPROMISSO POLÍTICO COM BELO HORIZONTE

O Partido do Movimento Democrático Brasileiro de Belo Horizonte, por seu presidente Deputado Federal Leonardo Quintão, vem a público reafirmar seu compromisso com a população de Belo Horizonte e a importância da manutenção do diálogo que nós, PT, PMDB e PDT, partidos da base aliada do governo Dilma Rousseff e Michel Temer, estamos mantendo, visando construir uma conduta política que fortaleça as ações do governo federal em Minas Gerais e viabilize um governo municipal que se paute essencialmente pela TRANSPARÊNCIA, DIÁLOGO E A PARTICIPAÇÃO POPULAR na gestão municipal de Belo Horizonte.
 Pauta por uma alternativa para BH 
Pauta por uma alternativa para BH
Reafirmamos, mais uma vez, que todos os partidos da base aliada do governo Dilma Rousseff e Michel Temer foram convidados formalmente para este diálogo e nossa motivação maior tem sido aprofundar o debate sobre os onze pontos programáticos que nos unem numa gestão transparente, democrática e participativa em detrimento da discussão personalista de nomes para candidatos a prefeito. Somos responsáveis e comprometidos com os partidos que privilegiam o diálogo com a base aliada de Dilma e Michel e não com aqueles que durante todo este tempo vêm fazendo oposição desqualificada e sistemática ao governo federal.

Conclamamos os partidos da base aliada do governo Dilma Rousseff e Michel Temer, os movimentos sociais organizados de BH e a população Belo-horizontina a somar esforços na viabilização desta articulação não permitindo que oportunistas anti-populares e aqueles que fazem oposição ao NOVO BRASIL iniciado na gestão do Presidente LULA – JOSÉ ALENCAR e em continuidade no governo DILMA – MICHEL TEMER venham fazer de Belo Horizonte moeda de troca para seus interesses pessoais e descomprometidos com a maioria do povo brasileiro.

O que buscamos não é a desqualificação da política como querem os partidos de oposição, mas sim a afirmação de uma gestão comprometida com o Brasil e com a população de Belo Horizonte.


Belo Horizonte, 02 de dezembro de 2011.



Deputado Leonardo Quintão
PRESIDENTE DO PMDB - BH

FONTE: Site Deputado Leonardo Quintão

Juventudes Partidárias Lançam o MOVIMENTO POLITIZE-SE

Em busca de aproximar os partidos políticos da sociedade Belohorizontina e mostrar que os partidos são importantes não apenas em épocas de eleições, as principais juventudes partidárias de Belo Horizonte se juntaram e lançam o "Movimento Politize-se" , temos que acabar com o preconceito dos jovens participar de uma agremiação política e mostrar para toda a sociedade que na politica como em todas as profissões existem gente de Bem e que esperam contribuir com uma cidade melhor.Então segue a baixo a nota Oficial das juventudes partidárias participantes do Movimento.


NOTA OFICIAL

As Juventudes do PMDB, PDT,PTB, PPS e PT , se reuniram na tarde do 01 de Dezembro de 2011, com o intuito de criar o Movimento suprapartidário de juventudes denominado POLITIZE-SE. O Movimento tem o objetivo de desmistificar a participação dos jovens nos partidos políticos.
   Como dispõe a Lei 9.096/95, o partido político, pessoa jurídica de direito privado, destina-se a assegurar no interesse do regime democrático a autenticidade do sistema representativo e a defender os direitos fundamentais definido na Constituição  Federal.
 Nossa luta é principalmente mostrar a sociedade a importância dos partidos políticos no Brasil mesmo em meio as crises ideológicas de muitos deles para o funcionamento da democracia no nosso país, fomentar entre os jovens o debate da reforma política, lutar contra o preconceito da participação de jovens filiados nos movimentos sociais e contra o aparelhamento das entidades desses movimentos. 



Bruno Júlio-Presidente JPMDB-BH                          
Bruno Lacerda -Presidente JSPDT-BH                             
Pedro Aurek-Presidente JPS-BH
Filipe Fernandes-Secretário Municipal da JPT-BH
Thiago Carvalho- Direção PTB-BH                        

NO DIA 7 DE DEZEMBRO NO DEBATE DAS JUVENTUDES PARTIDÁRIAS SERÁ O LANÇAMENTO OFICIAL DO MOVIMENTO. PARTICIPE.
RUA JUIZ DE FORA 1375,BAIRRO SANTO AGOSTINHO

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

JPMDB-BH e o estatuto da Juventude

Câmara dos Deputados aprovou ontem o Estatuto da Juventude, o projeto de Lei 4529/04 que institui princípios e diretrizes para que o governo crie e organize políticas publicas de juventude, alcançando pelo texto os jovens entre 15 e 29 anos.
 O PMDB teve papel importante para aprovação do estatuto e os deputados mais jovens da câmara estiveram à frente das discussões, na luta pela sua aprovação.
O texto prevê o combate a todas as formas de discriminação e respeito às crenças. Acompanhamos durante o dia de ontem várias divergências sendo levantadas em torno do projeto, mas a luta de nossos parlamentares foi incansável, garantindo assim a superação dessas divergências.
O estatuto garante também aos jovens estudantes o direto à meia- entrada em eventos artísticos e de entretenimento e lazer em todo País.
 Entendemos como vitória para os jovens, pois o texto prevê ainda, como prioridade do poder público, a universalização da educação em tempo integral.
O estatuto da Juventude garantirá um avanço na forma de tratar os jovens, classe importante, inovadora e oxigenadora.
Depois de sete anos de tramitação o grande empenho de parlamentares e de várias entidades como a UNE, a UBES  e a secretaria nacional de juventude, obtivemos uma grande vitória no parlamento.
O estatuto, além de valorizar a juventude brasileira, garante que 30% no mínimo dos recursos do Fundo nacional de cultura sejam destinados a programas e projetos culturais voltados aos jovens, e à realização de ações de preparo para o mercado de trabalho.
 Concluímos que, com certeza, o estatuto da juventude é um avanço, mas sabemos que a luta ainda é grande, vamos lutar para que o projeto seja aprovado no Senado e que se mantenham as principais iniciativas de valorização dos jovens.
  Parabéns aos parlamentares que estiveram empenhados dia e noite, à União nacional dos estudantes e à União Brasileira de estudantes secundaristas pela luta incansável, à secretaria nacional de juventude pelo apoio e pelo trabalho em prol dos jovens brasileiros e, principalmente, ao PMDB e a nossa juventude, que sempre esteve ao lado do povo brasileiro e provou mais uma vez porque é o maior partido do Brasil e não se absteve da luta. Temos orgulho de fazer parte dessa história.
Parabéns Brasil!

Bruno Júlio
Presidente da Juventude do PMDB de Belo Horizonte

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

ESTATUTO DA JUVENTUDE! UMA VITÓRIA DE TODOS OS JOVENS BRASILEIROS

Foi aprovado no  Plenário da Câmara dos Deputados, em votação simbólica, proposta que institui o Estatuto da Juventude, com princípios e diretrizes para o Poder Público criar e organizar políticas para jovens na faixa de 15 a 29 anos.
O texto aprovado é um substitutivo da deputada Manuela d’Ávila ao Projeto de Lei 4529/04, de autoria da comissão especial de políticas públicas para a juventude.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Congresso Nacional JPMDB

NFORME 

Na última reunião da Executiva Nacional, no dia 10 de agosto, em Brasília, foi decidido que o 1º Congresso Nacional da Juventude do PMDB será adiado para os dias 15 e 16 de fevereiro de 2012.
Esta decisão foi tomada após reivindicação dos diferentes estados devido às Conferências Estaduais de Juventude que deverão acontecer no mesmo período em que estava agendado o nosso Congresso.

A definição da data foi tomada levando em consideração o calendário de eventos relacionados ao tema “juventude” deste ano.

Pedimos que todos continuem com as suas programações estaduais e que realizem os seus respectivos Congressos nas datas já agendadas e, para os que ainda não marcaram que o façam, pois temos que encerrar as etapas estaduais ainda este ano.
 
Mais informações.
www.jpmdb.org.br

Convocação JPMDB-MG

 
A direção da JPMDB de Minas Gerais convoca todos
 os membros da Executiva Estadual do núcleo para comparecem na reunião que será realizada na sede do PMDB Minas, no dia 8 de outubro de 2011 (sábado) às 10 horas. Segundo a presidência, serão discutidos os seguintes assuntos:
 
- Eleição 2012

- Aprovação das Comissões Provisórias

- Conferencia Municipal/Estadual/Nacional da Juventude

- Site da JPMDB/MG

- Redes Sociais

- Assuntos Gerais

  Contamos com sua presença.
 

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Congresso UNE


A participação da JPMDB-MG no Congresso da UNE (União Nacional dos Estudantes) marca um novo tempo para a juventude no Estado, com a maior bancada da história nos congressos da entidade.

A vitória foi conquistada no 52º Congresso da União Nacional dos Estudantes realizado em Goiânia, dos dias 13 a 17 de Julho. “O MDB Estudantil obteve 120 votos na urna, possibilitando a JPMDB a voltar a ocupar a executiva da entidade”, afirmou Bruno Júlio, presidente da JPMDB-BH e coordenador da Bancada Mineira no congresso da UNE.

O apoio do Presidente do PMDB-MG Antônio Andrade e do Secretário-Geral Antônio Júlio, a participação das bancadas de Uberaba, Montes Claros, Ouro Preto e Belo Horizonte e o trabalho do Presidente Nacional Gabriel Souza e do Secretário Nacional Willy Alves, juntamente com a ajuda de nosso companheiro Felipe Piló, foram fundamentais para o sucesso obtido durante o Congresso.

Na ocasião, a JPMDB de Minas Gerais conseguiu uma grande conquista, a eleição do companheiro Bruno Júlio como vice-presidente da UNE-MG

FONTE:PMDB-MG

quarta-feira, 13 de julho de 2011

O Programa de Desenvolvimento do Estágio

A Prefeitura, por meio do Programa de Desenvolvimento do Estágio – PDEE, atende estudantes de educação superior, educação profissional, ensino médio, educação especial e de alunos dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da Educação de Jovens e Adultos.

O programa de estágio tem o objetivo de proporcionar a formação do educando, mediante a aprendizagem de competências próprias da atividade profissional e a contextualização curricular, possibilitando seu desenvolvimento para a vida cidadã e para o trabalho.

O período máximo de duração do estágio é de dois anos, durante os quais os educandos em estágio não-obrigatório recebem bolsa de complementação educacional, auxílio-transporte, e seguro contra acidentes pessoais.

Condições para a inscrição no PDEE

O Programa de Desenvolvimento do Estágio – PDEE recebe inscrições de estudantes com idade mínima de 16 anos, que residam em Belo Horizonte, estejam regularmente matriculados e frequentes em suas instituições de ensino.
    QUEM TEM ACESSO PRIORITÁRIO AO PROGRAMA DE ESTÁGIO  
    I - os educandos pertencentes a famílias beneficiárias do Programa Bolsa-Família, instituído pela Lei Federal nº 10.386, de 09 de janeiro de 2004  
    II - os educandos beneficiários de bolsas de estudos parciais ou integrais concedidas pelo Programa Universidade para Todos – PROUNI, instituído pela Lei Federal nº 11.096, de 13 de janeiro de 2005  
    III - os educandos pertencentes a famílias beneficiárias do Programa Bolsa Escola Municipal, instituído pela Lei Municipal nº 8.287, de 28 de dezembro de 2001  
    IV - os educandos usuários de programas, benefícios e serviços executados pela Secretaria Municipal Adjunta de Assistência Social de Belo Horizonte  
O candidato portador de deficiência que desejar ingressar no Programa de Desenvolvimento do Estágio deverá comprovar tal condição por meio de laudo médico devidamente justificado, podendo ser homologado por unidade de saúde da Administração Pública Municipal.
    OBSERVAÇÕES IMPORTANTES  
    As inscrições são realizadas somente pela internet, no site da Prefeitura de Belo Horizonte.  
    As inscrições não garantem o acesso automático às vagas do Estágio.
Os inscritos serão inseridos em um quadro de reserva e convocados conforme a necessidade da Administração Municipal.
 
    A inscrição tem validade de 24 meses.  
    A carga horária do estágio é de 20 horas semanais.  
    O valor da bolsa de Complementação Educacional é de:
Ensino Superior: R$420,00
Ensino Médio: R$370,00
 
    O Auxílio-transporte será concedido para o estágio não obrigatório, na forma de vale-transporte, proporcionalmente aos dias efetivamente estagiados.  
    A inscrição só será efetivada após o preenchimento completo do formulário e o fornecimento, pelo sistema, do número de inscrição na Prefeitura, que deverá ser guardado pelo educando para o acompanhamento de sua situação.  

Como tirar dúvidas
Telefone: 3277-4683 - na Gerência de Desenvolvimento do Estágio
E-mail: gestag@pbh.gov.br

FAÇA SUA INSCRIÇÃO NO LINK ABAIXO


http://smad.pbh.gov.br/estagiarios/Login.asp?ret_link=%2Festagiarios%2FDefault.asp&type=notLogged

Conheça um pouco da História do Barreiro

Fazendas deram origem ao Barreiro
A história do Barreiro começou bem antes da formação da capital. Data de 1855 a primeira menção ao nome Barreiro, em um registro de demarcação de terras que declarava a Fazenda do Barreiro de propriedade do Coronel Damazo da Costa Pacheco.
A fazenda, que também pertenceu à família Brochado, foi comprada pelo governo na época da construção de Belo Horizonte, por iniciativa de Aarão Reis. As águas dos córregos Capão das Posses, Clemente e Antônio Francisco seriam utilizadas para garantir o abastecimento da população da nova capital do estado.
As terras da fazenda, abundantes e férteis, também foram aproveitadas para a agricultura e, por isso, foi implantada em 1896 a Colônia Vargem Grande. Entre os agricultores que vieram para a região, destaca-se o grande número de imigrantes europeus, a maioria italianos e portugueses.
Palácio dos Governadores
As terras da Fazenda Barreiro, constantemente visitadas pelos
políticos que passavam finais de semana com familiares,
aproveitando o ar puro e a tranqüilidade do campo, começaram
 a despertar o interesse do governo para a construção de um
casarão que proporcionasse maior conforto aos visitantes.
Já no governo do Presidente do Estado Júlio Bueno Brandão
(1910-1914), o casarão foi projetado com planta arrojada, tendo
aspecto de um palácio. Foi somente na presidência de Artur
Bernardes (1918-1922), aproximadamente 1919, que a obra
foi concluída. Sua construção contou com o apoio das famílias
dos colonos da região, tanto na mão-de-obra, quanto em materiais. Muitas peças foram importadas.
O casarão, denominado mais tarde “Palácio dos Governadores”, tinha realmente linhas arrojadas para a época. A participação dos governadores na construção do palácio foi total. Júlio Bueno Brandão mandou projetar, Artur Bernardes o construiu e arborizou, Raul Soares mandou ajardinar e Antônio Carlos providenciou esculturas. O local também era escolhido para reuniões por ser afastado e tranqüilo, evitando-se a presença de pessoas estranhas aos assuntos tratados. Várias personalidades de Minas e do país visitaram o Palácio do Barreiro.
A Residência Oficial teve fases de abandono e serviu a várias finalidades. No governo Milton Campos (1947-1951), foi transformado em hospital. O Centro de Recepção e Triagem da Febem também funcionou em sua área, localizada na Av. Menelick de Carvalho, esquina com Av. Ximango, bairro Miramar
De Cidade Satélite a Distrito 
Como parte do projeto do prefeito Otacílio Negrão de Lima, de dividir Belo Horizonte em cidades satélites, o Barreiro, a partir de 1948, já contava com uma administração separada com escritório regional.
A região foi a primeira cidade satélite, sendo administrada pelo engenheiro João Gusmão Júnior. Nesta época foi projetada a construção de 200 casas de ferroviários e urbanização do bairro, que até então só tinha a Estação Olaria, da família Gatti, com uma pequena população.
Em 1952, o engenheiro Hélio Carnevalli assumiu a administração com a tarefa de urbanizar a região. Durante quinze anos, Carnevalli acompanhou as obras.
Em 1953, na sede da fazenda do Pião, foi instalada a administração da então Companhia Siderúrgica Mannesmann, atualmente denominada Vallourec e Mannesmann Tubbes. O casarão da sede ainda se mantém preservado dentro da área da empresa.

Em 1997, a Lei de n.º Lei 7412, sancionada pelo prefeito Patrus Ananias, criou o Distrito da Região do Barreiro.

Convocação

A Direção Nacional da JPMDB convocou os dirigentes nacionais, o colégio dos Presidentes Estaduais e os gestores de juventude peemedebistas em todo o país para reunião da Comissão Executiva da JPMDB. O encontro acontecerá paralelamente ao 52º CONUNE que acontece entre os dias 13 e 17 de julho em Goiânia e terá participação maciça dos estudantes universitários da JPMDB de todo o Brasil. A agenda da comissão executiva acontece na sexta-feira, dia 15 de julho, às 14 horas na sede do PMDB Goiano.


Confira a convocação:
Dia 15/07/11 - SEXTA-FEIRA
Horário: 14 horas 
Local: Sede do PMDB de Goiás (Rua 1 A Qd, 4 - Setor Aeroporto, Goiânia - GO) 

Pauta: 
1. Conferência Livre da JPMDB Nacional (debate das propostas da JPMDB 
Nacional para a 2.ª Conferência Nacional de Juventude e suas etapas) 
2. Congresso da UNE; 
3. Congresso Nacional da JPMDB - apresentação do calendário; 
4. Assuntos gerais.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Comissão aprova serviço voluntário de jovens na PM e no Corpo de Bombeiros

A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional aprovou no último dia 29 o Projeto de Lei 365/11, do deputado William Dib (PSDB-SP), que inclui no Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci - Lei 11.530/07) o projeto Policial/Bombeiro Cidadão. A proposta prevê o aproveitamento, pelas polícias militares e pelos corpos de bombeiros militares, de jovens recém-saídos do serviço militar obrigatório ou dispensados de sua prestação.
A ideia do autor é que esses jovens prestem serviço voluntariamente por um ano, com possibilidade de prorrogação, executando atividades de baixo risco em sua comunidade de origem. A medida, argumenta Dib, atenderia às necessidades da sociedade, pois liberaria policiais e bombeiros de carreira para atividades de mais alto risco e possibilitaria a formação desses jovens e sua colocação no mercado de trabalho.
Substitutivo
O texto aprovado foi um substitutivo do relator, deputado Claudio Cajado (DEM-BA), que fez alterações de redação para aprimorar a proposta. Uma das mudanças deixa claro no projeto que o serviço proposto será prestado na condição de policial ou bombeiro. Não será, como determina o texto original, um “serviço militar” prestado nas polícias militares ou nos corpos de bombeiros.
“A Lei do Serviço Militar (4.375/64) estabelece que o serviço militar será prestado apenas 'em organizações da ativa das Forças Armadas' ou 'em órgãos de formação de reserva', sendo o 'serviço prestado nas polícias militares, corpos de bombeiros e outras corporações' considerado de interesse militar. Portanto, não cabe dizer serviço militar no âmbito das Forças Auxiliares”, explicou Cajado.
O substitutivo também torna explícito que o trabalho desenvolvido pelo policial ou bombeiro cidadão obedecerá à legislação estadual ou distrital, aos regulamentos e às normas administrativas das corporações em que for instituído e poderá ser prorrogado a critério do governo de cada unidade federativa. O projeto original estabelece que o programa obedecerá à Lei do Serviço Militar.
“A Lei do Serviço Militar e o seu regulamento tratam exclusivamente de aspectos relativos ao serviço militar, sem descer a minudências de como será a sua execução, o que torna improcedente as suas invocações”, disse o relator.
O texto aprovado altera ainda a ementa da proposta para retirar dela a referência à Lei do Serviço Militar. O projeto original diz alterar essa lei, embora não haja nenhuma alteração de fato.
Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Agência Câmara de Notícias'

terça-feira, 5 de julho de 2011

Seminário discute qualidade do ensino superior no Brasil

A Frente Parlamentar em Defesa do Estudante Universitário promove hoje o seminário “O Estudante Universitário e a Qualidade do Ensino Superior no Brasil”. O debate terá a participação de professores, estudantes e de representante do Ministério da Educação.
O presidente da frente, deputado Ricardo Quirino (PRB-DF), afirma que é preciso discutir medidas para assegurar que o ensino superior ofereça formação técnica adequada e incentive a formação ética e cidadã dos estudantes, fortalecendo seu olhar crítico.
Entre os convidados para o debate estão o deputado Pedro Uczai (PT-SC), que é professor universitário; a professora Raquel Sacheto, da Universidade Paulista (Unip); e o professor universitário Arion Louzada.
O seminário será realizado às 15 horas, no auditório Freitas Nobre.

 'Agência Câmara de Notícias'

terça-feira, 28 de junho de 2011

MDB ESTUDANTIL E O 42 º CONGRESSO DA UEE-MG



Em sua 42ª edição, o Congresso da União Estadual dos Estudantes de Minas Gerais (UEE-MG) aconteceu, este ano, na cidade de Divinópolis entre os dias 23 e 26 de junho, na Universidade Federal de São João Del Rei – Campus Dona Lindu. Estiveram presentes inúmeros estudantes de todo o Estado, debatendo principalmente a respeito da estadualização da UEMG e do Fundo Social do Minério, para que parte de seus recursos sejam destinados à educação. Durante o encontro, foi realizada também a eleição para a nova diretoria da UEE-MG.
Na sexta-feira, dia 24, o primeiro painel debateu a respeito da “Democratização do ensino superior: novo perfil da universidade e a entrada no mundo de trabalho”. No período da tarde, aconteceram os grupos de debate:  Democratização dos meios de comunicação; Movimento estudantil e Redes Sociais, Esporte, Cultura, Combate ao machismo e Combate ao racismo. À noite, foi realizada uma atividade cultural entre os estudantes.
No dia 25, o primeiro painel abordou o tema “Porque Minas tem que ter o Fundo Social do Minério” e durante a tarde, os grupos de debateram sobre os temas: Universidades Estaduais: Qual estadualização que queremos?,  Políticas Públicas de Permanência: Assistência Estudantil como PPJ`s, Universidade Privadas: Lançamento da Jornada de Lutas – Sinpro/MG, UEE, Ciencia & Tecnologia e Reforma Política: Há espaço para a juventude?
Já o segundo painel debateu sobre o tópico “II Conferencia Nacional de Juventude: “Conquistar direitos para desenvolver o Brasil!”. No encerramento foi realizada uma festa junina entre os estudantes presentes.
No domingo, dia 26 de junho, ocorreu o Ato político “Das minas de ouro às Montanhas gerais, o minério de Minas fazendo revolução no mundo”, que contou com a participação de várias autoridades municipais e estaduais. No decorrer da tarde foi instaurada a plenária final, aprovando as propostas dos estudantes e o plano de ação da entidade para a próxima gestão.
De acordo com Bruno Júlio, coordenador do MDB Estudantil e da Chapa “Presente de Luta que Me faz Sonhar”, composta pelo MDB Estudantil, UJS, PT Kizomba, PT Mudança, o movimento participou, este ano, com uma das maiores bancadas da história da juventude em Minas Gerais. “Estamos com um número três vezes maior do que o último congresso, lutando pelo resgate da identidade do movimento estudantil do Estado. A nossa chapa saiu vitoriosa porque soube identificar quais são as reais necessidades dos estudantes”, e com grande participação com número de estudantes delegados o MDB Estudantil conseguiu ocupar uma vaga importante na executida da entidade",  conclui.