Pesquisa DataTempo/CP2, realizada entre os dias 11 e 13 de setembro, aponta para uma disputa acirrada pelo governo de Minas. O candidato do PMDB, Hélio Costa, tem 38,90% das intenções de voto contra 35,81% do seu adversário tucano, o governador Antonio Anastasia. Considerando a margem de erro de 2,16 pontos percentuais para mais ou para menos, há um empate técnico. Na sua pior situação, Hélio Costa tem 36,74% das intenções de voto. E na sua melhor situação, Antonio Anastasia aparece com 37,97% da preferência do eleitorado.
O número de indecisos, pessoas que não sabem em quem votar ou não respondem, é de 18,73%. Nenhum dos outros concorrentes ao governo do Estado alcançou 1% das intenções de voto. Entre eles, a candidata do PSTU, Vanessa Portugal, é quem consegue a melhor pontuação - O,58% das intenções de voto.
Na comparação com a última pesquisa DataTempo/CP2, divulgada em 11 de setembro, Hélio Costa passa de 40,53% das intenções de voto para 38,90%. Já Anastasia sai de 35,26% para 35,81% da preferência do eleitorado.
Confronto de chapas. Quando são apresentadas aos entrevistados as chapas completas (nomes dos candidatos a governador e vice), Hélio Costa e Patrus Ananias (PT) conseguem uma vantagem em relação a Anastasia e Alberto Pinto Coelho (PP) superior à margem de erro. A primeira dupla tem 40,54% das intenções de voto, e a segunda tem 36,82%.
A pesquisa também simulou um segundo turno entre o peemedebista e o tucano. Nessa situação, Hélio vence Anastasia com 42,42% das intenções de voto contra 37,98%.
A disputa fica mais acirrada ainda quando se considera a possibilidade de voto. Perguntados sobre qual a possibilidade de voto em Anastasia, 30,28% dizem que é grande, 20,91% afirmam que é razoável. Somente 20,86% respondem que não há nenhuma possibilidade. Quando a pergunta é sobre a possibilidade de voto em Hélio Costa, 29,42% dizem que é grande, 26,52% afirmam que é razoável. Para 23,13%, não há nenhuma possibilidade de voto.
Dados
DataTempo/CP2. Foram realizadas 2.062 entrevistas em todo o Estado, entre 11 e 13 de setembro. A margem de erro é de 2,16 pontos percentuais. O registro na Justiça Eleitoral tem número 70.795/2010.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
NOTA SOBRE O DEBATE ENTRE AS JUVENTUDES PARTIDÁRIAS
A respeito do Debate organizado Pelo Diretório Acadêmico Orozimbo Nonato, da Faculdade de Direito, da Milton Campos, gostaríamos de agradecer o convite, e aproveitar o espaço para parabenizar a iniciativa do DA, através de seu presidente Lucas Alcici. Queremos informar a todos os interessados que a Juventude do PMDB de Belo Horizonte não poderá estar presente, pois cumprirá agenda com o candidato ao Governo da Coligação “TODOS JUNTOS POR MINAS” – PMDB – PT – PcdoB - PRB, Hélio Costa. Temos a certeza que o evento irá proporcionar uma clara visão das eleições 2010 para todos os presentes, apresentando as propostas de cada candidato e coligação para os mais diversos setores da sociedade.
Como houve a confirmação por Twitter e contato telefônico, queremos nos desculpar pela ausência. Também, como já foi acordado, deixamos nosso convite para o confronto democrático de ideias, denominado “Duelo na Web”.
Desde já agradecemos o convite, e nos colocamos à disposição para o debate em qualquer outra data previamente agendada.
Bruno Júlio
Presidente da JPMDB-BH
Como houve a confirmação por Twitter e contato telefônico, queremos nos desculpar pela ausência. Também, como já foi acordado, deixamos nosso convite para o confronto democrático de ideias, denominado “Duelo na Web”.
Desde já agradecemos o convite, e nos colocamos à disposição para o debate em qualquer outra data previamente agendada.
Bruno Júlio
Presidente da JPMDB-BH
domingo, 29 de agosto de 2010
HORA DA VERDADE
O PSDB durante oito anos de manipulação da opinião pública, foi incapaz de mudar a realidade de Minas Gerais.
Não basta dizer que a educação, a saúde e a segurança vão bem quando os professores são obrigados a fazer greve para dialogar com o governo, os servidores de saúde são discriminados e os profissionais de segurança são marginalizados.
Os aposentados e pensionistas são ignorados, os servidores públicos estão condenados a trabalhar sob a tutela de tecnocratas que inventam tramas burocráticas, para complicar a vida de quem trabalha.
O PSDB gestou uma nova modalidade de administração: o governo virtual. O Governo Virtual do PSDB não é uma mentira – É a aparência de verdade que inunda os veículos de comunicação social.
Agora o PSDB utiliza institutos especializados em manipulação pública para anunciar uma virada nos rumos da campanha liderada pelo Senador Hélio Costa/Patrus Ananias da Coligação “Todos Juntos por Minas”.
O Instituto “Data-Folha” e os demais institutos de pesquisa independentes continuam captando uma provável vitória das forças populares reunidas em torno da candidatura de Hélio Costa/ Patrus Ananias ao Governo de Minas.
Convocamos os servidores públicos, os aposentados e pensionistas, os jovens, as mulheres e os trabalhadores mineiros para oferecer a resposta que o PSDB de FHC ,José Serra e Antônio Anastásia terá nas urnas no dia 3 de outubro.
Vamos eleger Dilma Presidente do Brasil , Hélio Costa/Patrus Ananias Governador de Minas Gerais,Pimentel e Zito Senadores.
Belo Horizonte, 28 de agosto de 2010.
Itamar Oliveira
Secretario de Comunicação do PMDB
Breno Carone
Presidente da JPMDB/MG
Não basta dizer que a educação, a saúde e a segurança vão bem quando os professores são obrigados a fazer greve para dialogar com o governo, os servidores de saúde são discriminados e os profissionais de segurança são marginalizados.
Os aposentados e pensionistas são ignorados, os servidores públicos estão condenados a trabalhar sob a tutela de tecnocratas que inventam tramas burocráticas, para complicar a vida de quem trabalha.
O PSDB gestou uma nova modalidade de administração: o governo virtual. O Governo Virtual do PSDB não é uma mentira – É a aparência de verdade que inunda os veículos de comunicação social.
Agora o PSDB utiliza institutos especializados em manipulação pública para anunciar uma virada nos rumos da campanha liderada pelo Senador Hélio Costa/Patrus Ananias da Coligação “Todos Juntos por Minas”.
O Instituto “Data-Folha” e os demais institutos de pesquisa independentes continuam captando uma provável vitória das forças populares reunidas em torno da candidatura de Hélio Costa/ Patrus Ananias ao Governo de Minas.
Convocamos os servidores públicos, os aposentados e pensionistas, os jovens, as mulheres e os trabalhadores mineiros para oferecer a resposta que o PSDB de FHC ,José Serra e Antônio Anastásia terá nas urnas no dia 3 de outubro.
Vamos eleger Dilma Presidente do Brasil , Hélio Costa/Patrus Ananias Governador de Minas Gerais,Pimentel e Zito Senadores.
Belo Horizonte, 28 de agosto de 2010.
Itamar Oliveira
Secretario de Comunicação do PMDB
Breno Carone
Presidente da JPMDB/MG
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Jovens trabalhadores rurais fazem passeata na Esplanada
Cerca de 5 mil jovens trabalhadores rurais participaram de uma caminhada na Esplanada dos Ministérios para reivindicar políticas públicas para o campo. A manifestação de hoje (28) foi formada pelos jovens que participam do 2º Festival Nacional da Juventude Rural, promovido pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag).
De acordo com a secretária de Jovens Trabalhadores Rurais da Contag, Maria Elenice Anastácio, faltam políticas, principalmente em educação, e isso dificulta a sucessão rural que, segundo ela, é o direito da juventude permanecer no campo, com garantia de acesso à terra, sustentabilidade ambiental e condições de trabalho.
“A sucessão rural é muito importante para o país. Precisamos ter condições de permanecer no campo, porque o jovem vai para a cidade em busca daquilo que ele não encontrou na sua terra”, disse.
Durante a passeata, os manifestantes pararam em frente ao Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e reivindicaram o fortalecimento da agricultura familiar e a reforma agrária. Os jovens ainda fizeram outras duas paradas, uma no Ministério do Trabalho e outra no Ministério da Educação.
A educação foi uma das questões mais exploradas durante a manifestação. De acordo com a Contag, o anafalbetismo atinge 40% dos trabalhadores rurais do país entre 16 e 32 anos. A estudante e trabalhadora rural, Lázara Antunes, afirmou que estudar no campo é complicado.
“Queremos garantir nosso direito de ter uma educação de qualidade, porque no campo é difícil estudar. Queremos uma vida mais digna”, afirmou Lázara, que veio de Rio do Prado, em Minas Gerais, para participar do festival.
O 2º Festival Nacional da Juventude Rural teve início na terça (27) e prossegue até sexta-feira (30). Cerca de 5 mil jovens trabalhadores rurais participam do evento.
Agência Brasil
De acordo com a secretária de Jovens Trabalhadores Rurais da Contag, Maria Elenice Anastácio, faltam políticas, principalmente em educação, e isso dificulta a sucessão rural que, segundo ela, é o direito da juventude permanecer no campo, com garantia de acesso à terra, sustentabilidade ambiental e condições de trabalho.
“A sucessão rural é muito importante para o país. Precisamos ter condições de permanecer no campo, porque o jovem vai para a cidade em busca daquilo que ele não encontrou na sua terra”, disse.
Durante a passeata, os manifestantes pararam em frente ao Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e reivindicaram o fortalecimento da agricultura familiar e a reforma agrária. Os jovens ainda fizeram outras duas paradas, uma no Ministério do Trabalho e outra no Ministério da Educação.
A educação foi uma das questões mais exploradas durante a manifestação. De acordo com a Contag, o anafalbetismo atinge 40% dos trabalhadores rurais do país entre 16 e 32 anos. A estudante e trabalhadora rural, Lázara Antunes, afirmou que estudar no campo é complicado.
“Queremos garantir nosso direito de ter uma educação de qualidade, porque no campo é difícil estudar. Queremos uma vida mais digna”, afirmou Lázara, que veio de Rio do Prado, em Minas Gerais, para participar do festival.
O 2º Festival Nacional da Juventude Rural teve início na terça (27) e prossegue até sexta-feira (30). Cerca de 5 mil jovens trabalhadores rurais participam do evento.
Agência Brasil
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Brasil,Terá o Primeiro Debate dessas eleições pela Internet.
O debate está sendo organizado pelos portais, IG,MSN,TERRA e YAHOO.
Acontecerá no dia 26 de Julho,ás 15:00.
Local: http://www.debateonline2010.com.br/.
Também terá um canal aberta de interatividade através do Twitter.
Os candidatos estarão frente a frente com o eleitor, pela internet, durante 90 minutos, das 15h00 às 16h30, período de maior audiência nos quatro portais.
Serão convidados os candidatos que apresentaram mais de cinco por cento da intenção de votos, segundo a pesquisa Ibope, no mês de junho.
O debate será aberto pelos próprios candidatos fazendo perguntas entre si sobre os temas que os internautas irão sugerir pelos portais, nos dias que antecedem o encontro.
Participe a ajude a fortalecer o Processo democrático da escolha do Novo Presidente do Brasil.
Acontecerá no dia 26 de Julho,ás 15:00.
Local: http://www.debateonline2010.com.br/.
Também terá um canal aberta de interatividade através do Twitter.
Os candidatos estarão frente a frente com o eleitor, pela internet, durante 90 minutos, das 15h00 às 16h30, período de maior audiência nos quatro portais.
Serão convidados os candidatos que apresentaram mais de cinco por cento da intenção de votos, segundo a pesquisa Ibope, no mês de junho.
O debate será aberto pelos próprios candidatos fazendo perguntas entre si sobre os temas que os internautas irão sugerir pelos portais, nos dias que antecedem o encontro.
Participe a ajude a fortalecer o Processo democrático da escolha do Novo Presidente do Brasil.
domingo, 18 de julho de 2010
HÉLIO COSTA,O MELHOR PRA GOVERNAR MINAS.#15-PROPOSTAS PARA A EDUCAÇÃO
ABAIXO ALGUMAS DAS PROPOSTAS DO SENADOR HÉLIO COSTA E CANDIDATO AO GOVERNO DE MINAS,PELA COLIGAÇÃO " TODOS JUNTOS POR MINAS"-PMDB,PT,PCDOB E PRB.
EDUCAÇÃO E INFRAESTRUTURA.
Eu acho que ainda faz muita falta em Minas a estrutura da creche ligada ao ensino infantil, porque a mãe que trabalha entra em desespero porque não sabe onde colocar o seu filho. Em segundo lugar, o ensino fundamental. A maior reclamação que eu recebo é do professor e da professora que se sentem desamparados e não recebem o piso salarial nacional. Em janeiro, nós temos que assentar - governo, sindicato, professores - e estudar uma melhor solução. Não uma solução para fugir da crise, para não manter um professor fazendo greve em um momento de campanha. No setor de infraestrutura precisamos da ajuda do governo federal. As pequenas, médias e grandes cidades têm problemas tão sérios que só com recursos do governo federal conseguiremos sanar isso. Quanto mais próximo estiver o governo de Minas do governo federal, mais recursos nós vamos conseguir trazer recursos para cá.
Trecho retirado da entrevista de Hélio Costa ao Jornal O Tempo.
EDUCAÇÃO E INFRAESTRUTURA.
Eu acho que ainda faz muita falta em Minas a estrutura da creche ligada ao ensino infantil, porque a mãe que trabalha entra em desespero porque não sabe onde colocar o seu filho. Em segundo lugar, o ensino fundamental. A maior reclamação que eu recebo é do professor e da professora que se sentem desamparados e não recebem o piso salarial nacional. Em janeiro, nós temos que assentar - governo, sindicato, professores - e estudar uma melhor solução. Não uma solução para fugir da crise, para não manter um professor fazendo greve em um momento de campanha. No setor de infraestrutura precisamos da ajuda do governo federal. As pequenas, médias e grandes cidades têm problemas tão sérios que só com recursos do governo federal conseguiremos sanar isso. Quanto mais próximo estiver o governo de Minas do governo federal, mais recursos nós vamos conseguir trazer recursos para cá.
Trecho retirado da entrevista de Hélio Costa ao Jornal O Tempo.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Cidade Administrativa, a "obra do século", já apresenta rachaduras
Observação: Todos devem se lembrar do navio Titanic, mesmo com todo investimento, seu fim foi o naufrágio, e o saldo foi centenas de mortos.
Três meses após a inauguração, nova sede do Governo de Minas, que custou R$ 1,2 bilhão, revela problemas como piso trincado e maçanetas que não mantêm as portas fechadas
Alex Capella - Repórter - 27/06/2010 - 09:40
Piso dos pilotis do Palácio Tiradentes está trincado
Para construir a Cidade Administrativa, no Bairro Serra Verde (Região Norte), a tempo de o ex-governador Aécio Neves (PSDB) inaugurá-la, o Governo do Estado declarou um gasto com obras de R$ 948 milhões. Outros R$ 280 milhões foram gastos em serviços e equipamentos contratados por meio de licitações públicas, totalizando R$ 1,2 bilhão. Todo o complexo ergueu-se do chão em menos de 15 meses. Agora, três meses depois da inauguração, o Governo admite gastar nova soma significativa de recursos para corrigir algumas escolhas “infelizes” do projeto arquitetônico, e manter o complexo de pé. A lista de “defeitos” na obra, apontados num check-list preliminar, vai do tipo de piso usado no pilotis dos três prédios principais - cuja granitina apresenta uma série de fissuras -, passando por maçanetas que não mantêm as portas fechadas.
O gasto com a troca do piso é consenso no Governo. Trata-se da mais aparente “falha” no projeto de construção do complexo. As rachaduras levantaram até a suspeita, entre os servidores, de um possível problema estrutural na obra. Engenheiros e arquitetos ouvidos pelo HOJE EM DIA, com base no valor do metro quadrado aplicado com granitina, calculam que o Estado terá um prejuízo de cerca de R$ 1,5 milhão se optar por arrancar o acabamento usado no complexo, fora o investimento no novo piso. O assunto é delicado e vem sendo tratado com cuidado. Afinal, o projeto executivo recebeu a assinatura do arquiteto Oscar Niemeyer. Além disso, a execução dos 310 mil m² de área construída ficou a cargo de nove construtoras: Camargo Corrêa, Santa Bárbara, Mendes Júnior, Odebrecht, Queiroz Galvão, OAS, Andrade Gutierrez, Via Engenharia e Barbosa Mello.
As obras tiveram início em janeiro de 2008 e foram inauguradas por Aécio no dia 4 de março, data do centenário de nascimento de Tancredo Neves (morto em 1985), que dá nome ao complexo. A área requereu grandes esforços de infraestrutura, envolvendo a dragagem do barramento, aterro, escavação e fundações profundas, devido ao solo pantanoso do terreno de 804 mil m2 do antigo Hipódromo Serra Verde. Fora o tempo considerado recorde pelo próprio Governo para uma construção deste porte, o que chama a atenção é a ousadia do projeto.
Do ponto de vista da engenharia, o Palácio Tiradentes é o edifício mais complexo. O prédio de 146 metros de comprimento e 26 metros de largura aparece suspenso por “alças” metálicas presas à cobertura. A construção possibilita um vão livre duas vezes maior do que o do Museu de Arte de São Paulo (Masp), até então, o maior do mundo. E é justamente no piso do pilotis do Palácio Tiradentes onde se encontra o maior problema da obra.
O revestimento com granitina (acabamento argamassado com aparência de granito branco) apresenta rachaduras por todas as partes. Os pisos dos prédios ‘Minas’ e ‘Gerais’, que abrigam as secretarias e demais órgãos do Estado, receberam o mesmo tipo de revestimento, e também apresentam as fissuras. As falhas no piso, conforme interlocutores, incomodaram o governador Antonio Anastasia (PSDB). Diante das reclamações dos servidores, o governador exigiu uma solução junto às construtoras. Pelo contrato, as empresas são responsáveis pela correção das falhas comprovadas na execução do projeto.
Maçanetas que não funcionam e ratos incomodam servidor
Até outubro, a previsão do Governo é de que a Cidade Administrativa reúna 16,3 mil funcionários. Hoje, os cerca de 4 mil servidores que trabalham no complexo já apresentaram seu “check-list” pessoal aos gestores. Nos processos licitatórios conduzidos pela Seplag, uma série de empresas forneceu, aproximadamente, 59 mil itens para rechear o complexo, incluindo móveis, equipamentos e serviços essenciais para as atividades. Entre as principais reclamações dos servidores, estão a falta de molas nas portas dos banheiros, maçanetas que não funcionam e até a presença de ratos.
Conforme o Governo, pelos contratos, está garantido, além do fornecimento e da instalação completa do mobiliário e dos equipamentos, o serviço de garantia e assistência técnica por cinco anos. O Estado espera definir a lista de problemas que precisam ser resolvidos dentro de 90 dias. “Isso é igual à casa da gente. Existem coisas que precisam de manutenção ou de serem trocadas mesmo. No caso das trocas, o Governo terá de fazer novos contratos”, diz o diretor da Codemig, Marcelo Arruda Nacif.
Na licitação do mobiliário, o edital previu a compra de 22 mil cadeiras, 10 mil armários e mil mesas. Com mobiliário e divisórias, o desembolso do Estado foi de R$ 93,9 milhões na aquisição de 58.731 unidades. Na aquisição de 79 máquinas de café, foram gastos R$ 5,7 milhões, contando a distribuição de 3 mil doses mensais por máquina. Para cinco lotes de lixeiras, num total de 11.978 unidades, foram pagos R$ 882,8 mil.
Ainda na área interna dos prédios, os servidores reclamam do barulho feito pelo sistema de esgoto sanitário a vácuo e das portas empenadas. Segundo o “prefeito” do complexo, Reinaldo Alves da Costa Neto, como o vão livre do Edifício Tiradentes não permitia a instalação da rede hidráulica, optou-se por esse sistema a vácuo. “Não é caso de desgaste. As maçanetas, por exemplo, desagradaram aos servidores. Já na porta dos banheiros serão instaladas molas para que elas fiquem sempre fechadas”.
O térreo, em torno das edificações, foi composto por uma laje impermeabilizada e recoberto com grama. Foram plantadas quatro mil árvores. No entanto, o complexo ainda passa a impressão de um imenso descampado.
Construtoras se isentam de responsabilidade
O acabamento do piso dos três pilotis, previsto no projeto do arquiteto Oscar Niemeyer, desde o início, sofreu resistência da equipe de engenheiros. Apesar de o piso ser recomendado para áreas de grande circulação de pessoas, os especialistas acreditam que, hoje, há alternativas mais “eficazes’, tanto do ponto de vista funcional quanto do ponto de vista do custo.
Em reunião que contou com as presenças da secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena, e do diretor da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig), Marcelo Arruda Nacif, o coordenador do projeto de implantação da obra e atual “prefeito” do complexo, Reinaldo Alves da Costa Neto, chegou a justificar o surgimento de “rachaduras” no acabamento do piso em função da escolha “infeliz” do material utilizado.
Diante da própria avaliação do engenheiro, as construtoras consideram que todas as especificações da obra foram seguidas. Com isso, nenhuma empresa teria “obrigação” de arcar com os custos da correção ou da instalação de um novo tipo de piso. Segundo o diretor da construtora Mendes Júnior, Fernando Linhares, a empresa ainda não foi “comunicada” pelo Governo sobre as possíveis falhas na execução do projeto. Mas Linhares, que, ao lado de engenheiros das construtoras Camargo Corrêa e Santa Bárbara foi o responsável pela construção do auditório, do Palácio Tiradentes e pela infraestrutura (abertura de ruas, terraplenagem, conformação de terreno) do complexo, afasta qualquer tipo de erro. “O problema pode estar no tipo de acabamento escolhido, não na execução”.
A discussão sobre quem “pagará a conta” das imperfeições do complexo já cria certo constrangimento entre as empresas e o Governo. Pelos contatos preliminares entre representantes do Governo e das construtoras, houve quem defendesse uma espécie de “divisão dos prejuízos”. Mas as construtoras não querem ceder. Argumentam que não têm responsabilidade sobre a decisão do Governo de mudar o acabamento do piso dos prédios do complexo. Tanto que o presidente da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig), Oswaldo Borges da Costa Filho, empresa de capital misto que arcou com os recursos da obra, admite fazer um “aditivo” nos contratos para a realização dos reparos. “Tudo está caminhando sem qualquer atrito. O Estado pode arcar. Não é nada que vá causar desgaste maior”.
FONTE: http://segurancacidadaniaedignidade.blogspot.com/
Três meses após a inauguração, nova sede do Governo de Minas, que custou R$ 1,2 bilhão, revela problemas como piso trincado e maçanetas que não mantêm as portas fechadas
Alex Capella - Repórter - 27/06/2010 - 09:40
Piso dos pilotis do Palácio Tiradentes está trincado
Para construir a Cidade Administrativa, no Bairro Serra Verde (Região Norte), a tempo de o ex-governador Aécio Neves (PSDB) inaugurá-la, o Governo do Estado declarou um gasto com obras de R$ 948 milhões. Outros R$ 280 milhões foram gastos em serviços e equipamentos contratados por meio de licitações públicas, totalizando R$ 1,2 bilhão. Todo o complexo ergueu-se do chão em menos de 15 meses. Agora, três meses depois da inauguração, o Governo admite gastar nova soma significativa de recursos para corrigir algumas escolhas “infelizes” do projeto arquitetônico, e manter o complexo de pé. A lista de “defeitos” na obra, apontados num check-list preliminar, vai do tipo de piso usado no pilotis dos três prédios principais - cuja granitina apresenta uma série de fissuras -, passando por maçanetas que não mantêm as portas fechadas.
O gasto com a troca do piso é consenso no Governo. Trata-se da mais aparente “falha” no projeto de construção do complexo. As rachaduras levantaram até a suspeita, entre os servidores, de um possível problema estrutural na obra. Engenheiros e arquitetos ouvidos pelo HOJE EM DIA, com base no valor do metro quadrado aplicado com granitina, calculam que o Estado terá um prejuízo de cerca de R$ 1,5 milhão se optar por arrancar o acabamento usado no complexo, fora o investimento no novo piso. O assunto é delicado e vem sendo tratado com cuidado. Afinal, o projeto executivo recebeu a assinatura do arquiteto Oscar Niemeyer. Além disso, a execução dos 310 mil m² de área construída ficou a cargo de nove construtoras: Camargo Corrêa, Santa Bárbara, Mendes Júnior, Odebrecht, Queiroz Galvão, OAS, Andrade Gutierrez, Via Engenharia e Barbosa Mello.
As obras tiveram início em janeiro de 2008 e foram inauguradas por Aécio no dia 4 de março, data do centenário de nascimento de Tancredo Neves (morto em 1985), que dá nome ao complexo. A área requereu grandes esforços de infraestrutura, envolvendo a dragagem do barramento, aterro, escavação e fundações profundas, devido ao solo pantanoso do terreno de 804 mil m2 do antigo Hipódromo Serra Verde. Fora o tempo considerado recorde pelo próprio Governo para uma construção deste porte, o que chama a atenção é a ousadia do projeto.
Do ponto de vista da engenharia, o Palácio Tiradentes é o edifício mais complexo. O prédio de 146 metros de comprimento e 26 metros de largura aparece suspenso por “alças” metálicas presas à cobertura. A construção possibilita um vão livre duas vezes maior do que o do Museu de Arte de São Paulo (Masp), até então, o maior do mundo. E é justamente no piso do pilotis do Palácio Tiradentes onde se encontra o maior problema da obra.
O revestimento com granitina (acabamento argamassado com aparência de granito branco) apresenta rachaduras por todas as partes. Os pisos dos prédios ‘Minas’ e ‘Gerais’, que abrigam as secretarias e demais órgãos do Estado, receberam o mesmo tipo de revestimento, e também apresentam as fissuras. As falhas no piso, conforme interlocutores, incomodaram o governador Antonio Anastasia (PSDB). Diante das reclamações dos servidores, o governador exigiu uma solução junto às construtoras. Pelo contrato, as empresas são responsáveis pela correção das falhas comprovadas na execução do projeto.
Maçanetas que não funcionam e ratos incomodam servidor
Até outubro, a previsão do Governo é de que a Cidade Administrativa reúna 16,3 mil funcionários. Hoje, os cerca de 4 mil servidores que trabalham no complexo já apresentaram seu “check-list” pessoal aos gestores. Nos processos licitatórios conduzidos pela Seplag, uma série de empresas forneceu, aproximadamente, 59 mil itens para rechear o complexo, incluindo móveis, equipamentos e serviços essenciais para as atividades. Entre as principais reclamações dos servidores, estão a falta de molas nas portas dos banheiros, maçanetas que não funcionam e até a presença de ratos.
Conforme o Governo, pelos contratos, está garantido, além do fornecimento e da instalação completa do mobiliário e dos equipamentos, o serviço de garantia e assistência técnica por cinco anos. O Estado espera definir a lista de problemas que precisam ser resolvidos dentro de 90 dias. “Isso é igual à casa da gente. Existem coisas que precisam de manutenção ou de serem trocadas mesmo. No caso das trocas, o Governo terá de fazer novos contratos”, diz o diretor da Codemig, Marcelo Arruda Nacif.
Na licitação do mobiliário, o edital previu a compra de 22 mil cadeiras, 10 mil armários e mil mesas. Com mobiliário e divisórias, o desembolso do Estado foi de R$ 93,9 milhões na aquisição de 58.731 unidades. Na aquisição de 79 máquinas de café, foram gastos R$ 5,7 milhões, contando a distribuição de 3 mil doses mensais por máquina. Para cinco lotes de lixeiras, num total de 11.978 unidades, foram pagos R$ 882,8 mil.
Ainda na área interna dos prédios, os servidores reclamam do barulho feito pelo sistema de esgoto sanitário a vácuo e das portas empenadas. Segundo o “prefeito” do complexo, Reinaldo Alves da Costa Neto, como o vão livre do Edifício Tiradentes não permitia a instalação da rede hidráulica, optou-se por esse sistema a vácuo. “Não é caso de desgaste. As maçanetas, por exemplo, desagradaram aos servidores. Já na porta dos banheiros serão instaladas molas para que elas fiquem sempre fechadas”.
O térreo, em torno das edificações, foi composto por uma laje impermeabilizada e recoberto com grama. Foram plantadas quatro mil árvores. No entanto, o complexo ainda passa a impressão de um imenso descampado.
Construtoras se isentam de responsabilidade
O acabamento do piso dos três pilotis, previsto no projeto do arquiteto Oscar Niemeyer, desde o início, sofreu resistência da equipe de engenheiros. Apesar de o piso ser recomendado para áreas de grande circulação de pessoas, os especialistas acreditam que, hoje, há alternativas mais “eficazes’, tanto do ponto de vista funcional quanto do ponto de vista do custo.
Em reunião que contou com as presenças da secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena, e do diretor da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig), Marcelo Arruda Nacif, o coordenador do projeto de implantação da obra e atual “prefeito” do complexo, Reinaldo Alves da Costa Neto, chegou a justificar o surgimento de “rachaduras” no acabamento do piso em função da escolha “infeliz” do material utilizado.
Diante da própria avaliação do engenheiro, as construtoras consideram que todas as especificações da obra foram seguidas. Com isso, nenhuma empresa teria “obrigação” de arcar com os custos da correção ou da instalação de um novo tipo de piso. Segundo o diretor da construtora Mendes Júnior, Fernando Linhares, a empresa ainda não foi “comunicada” pelo Governo sobre as possíveis falhas na execução do projeto. Mas Linhares, que, ao lado de engenheiros das construtoras Camargo Corrêa e Santa Bárbara foi o responsável pela construção do auditório, do Palácio Tiradentes e pela infraestrutura (abertura de ruas, terraplenagem, conformação de terreno) do complexo, afasta qualquer tipo de erro. “O problema pode estar no tipo de acabamento escolhido, não na execução”.
A discussão sobre quem “pagará a conta” das imperfeições do complexo já cria certo constrangimento entre as empresas e o Governo. Pelos contatos preliminares entre representantes do Governo e das construtoras, houve quem defendesse uma espécie de “divisão dos prejuízos”. Mas as construtoras não querem ceder. Argumentam que não têm responsabilidade sobre a decisão do Governo de mudar o acabamento do piso dos prédios do complexo. Tanto que o presidente da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig), Oswaldo Borges da Costa Filho, empresa de capital misto que arcou com os recursos da obra, admite fazer um “aditivo” nos contratos para a realização dos reparos. “Tudo está caminhando sem qualquer atrito. O Estado pode arcar. Não é nada que vá causar desgaste maior”.
FONTE: http://segurancacidadaniaedignidade.blogspot.com/
terça-feira, 13 de julho de 2010
HÉLIO COSTA VISITA CABO JÚLIO
O Senador Hélio Costa, candidato ao Governo de Minas, visitou na manhã desta terça feira (13/07), o gabinete do Vereador CABO JÚLIO. Durante a visita, que contou com a presença do Deputado Federal Virgílio Guimarães, CABO JÚLIO falou sobre as mazelas da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG).
Hélio Costa se mostrou interessado com as questões da segurança pública no Estado. Ele reiterou que o assunto terá prioridade em seu governo.
FONTE: BLOG OFICAL DO CABO JÚLIO
Hélio Costa se mostrou interessado com as questões da segurança pública no Estado. Ele reiterou que o assunto terá prioridade em seu governo.
FONTE: BLOG OFICAL DO CABO JÚLIO
segunda-feira, 12 de julho de 2010
IMPORTANTE!
Coligação “Todos Juntos Por Minas” (PMDB-PT-PCdoB-PRB)
Hélio Costa governador/Patrus vice
Fernando Pimentel e Zito senadores
Nota oficial – 11/07/2010
Em relação à nota divulgada hoje (11/07) pela coligação “Somos Minas Gerais”, que alude a uma suposta “campanha pela verdade”, esclarecemos:
Nos eventos públicos dos quais tem participado na capital e no interior do Estado, o senador Hélio Costa tem sido frequentemente abordado por servidores públicos que denunciam os baixos salários pagos pelo governo de Minas. Nesses eventos, mais de uma vez, professores da rede estadual mostraram a Hélio Costa seus contra-cheques com registro do pagamento a receber menor que o salário mínimo;
A própria coligação “Somos Minas Gerais” admite na nota supracitada que há um contingente de professores estaduais que recebe R$ 935 de remuneração mensal bruta, valor que cai substancialmente com os descontos;
A suposta “nova política” salarial dos professores anunciada pela coligação “Somos Minas Gerais”, além de perversa, tem início previsto apenas para 2011, quando o atual governo terá terminado. Ou seja, essa “nova política” não existe;
Conforme registram contratos públicos, os recursos federais, disponibilizadas pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva, respondem por 74% dos investimentos do programa Luz Para Todos em Minas (40% a fundo perdido e 34% de empréstimos) ;
Temos a confiança e a certeza de que o cidadão de Minas sabe onde repousa a verdade.
Belo Horizonte, 11 de julho de 2010
Hélio Costa governador/Patrus vice
Fernando Pimentel e Zito senadores
Nota oficial – 11/07/2010
Em relação à nota divulgada hoje (11/07) pela coligação “Somos Minas Gerais”, que alude a uma suposta “campanha pela verdade”, esclarecemos:
Nos eventos públicos dos quais tem participado na capital e no interior do Estado, o senador Hélio Costa tem sido frequentemente abordado por servidores públicos que denunciam os baixos salários pagos pelo governo de Minas. Nesses eventos, mais de uma vez, professores da rede estadual mostraram a Hélio Costa seus contra-cheques com registro do pagamento a receber menor que o salário mínimo;
A própria coligação “Somos Minas Gerais” admite na nota supracitada que há um contingente de professores estaduais que recebe R$ 935 de remuneração mensal bruta, valor que cai substancialmente com os descontos;
A suposta “nova política” salarial dos professores anunciada pela coligação “Somos Minas Gerais”, além de perversa, tem início previsto apenas para 2011, quando o atual governo terá terminado. Ou seja, essa “nova política” não existe;
Conforme registram contratos públicos, os recursos federais, disponibilizadas pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva, respondem por 74% dos investimentos do programa Luz Para Todos em Minas (40% a fundo perdido e 34% de empréstimos) ;
Temos a confiança e a certeza de que o cidadão de Minas sabe onde repousa a verdade.
Belo Horizonte, 11 de julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
A farsa do governo Aécio Neves/Anastasia, Muita propaganda e nada de políticas sociais
Modelo implantado pelo governo Aécio/ANASTASIA em MG prioriza o ajuste fiscal, às custas do abandono dos serviços públicos e do corte de investimentos sociais
Desde seu primeiro mandato, Aécio Neves, ex-governador de Minas Gerais e ANASTASIA o atual, vem realizando uma intensa campanha de marketing, com anúncios na mídia nacional de que teria controlado as finanças de Minas Gerais e gerado superávit de R$ 221 milhões nas contas. Porém, de acordo com dados do Banco Central, a dívida pública do governo mineiro com o Tesouro Nacional cresceu 40,23% nos últimos 4 anos, o maior aumento entre os estados brasileiros. De R$ 32,661 bilhões em 2002, a dívida saltou para R$ 46,082 bilhões em 2006.
Segundo Fabrício de Oliveira, doutor em economia pela Unicamp, a estratégia do governo não passou de uma manobra contábil, feita com o objetivo de mascarar a real situação das contas de Minas Gerais. “O estado continua incorrendo em elevados déficits nominais e sem conseguir uma solução estrutural para sua dívida, que continua em trajetória de crescimento”, destaca. Entretanto, a propaganda é outra. Segundo dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), o governo estadual gastou R$ 39,6 milhões com a pasta de Comunicação em 2006. “O déficit zero nada mais é do que um jogo de marketing”, avalia Lindolfo Fernandes, presidente do Sindicato dos Fiscais de Minas Gerais.
Enquanto isso, os investimentos em saúde, segurança pública e educação caíram de R$ 11,6 bilhões para R$ 8,7 bilhões, impactando a vida de milhares de pessoas na capital e no interior do estado. “A reforma administrativa, também chamada de choque de gestão, é uma concepção empresarial que estão tentando impor como modelo de gestão de Estado. Gestão empresarial visa ao lucro e à competição no mercado, ou seja, uma noção totalmente distinta da lógica pública”, esclarece o sociólogo Rudá Ricci, membro do Fórum Brasil do Orçamento.
O ‘choque de gestão’ foi patrocinado por grandes empresas como Gerdau, Votorantim, Vale do Rio Doce e Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração, que possuem claros interesses de negócios em Minas Gerais, e contribuíram com R$ 3 milhões na campanha de Aécio Neves em 2002. Essas companhias, além da Fundação Brava, pagaram R$ 4 milhões ao Instituto de Desenvolvimento Gerencial (IDG) para desenvolver os métodos gerenciais desse governo.
‘Um bom anúncio vale mais do que mil ações’
Marketing e silenciamento das vozes discordantes: dois ingredientes que contribuem para a reeleição de Aécio Neves para governador de Minas em 2006. A verba publicitária do governo de Minas inclui não só os anúncios comerciais, mas também a produção de material jornalístico a ser veiculado nos órgãos de imprensa.
Em 18 de dezembro de 2005, um grande jornal de São Paulo publicou matéria dizendo que o gasto com publicidade do governo Aécio até outubro daquele ano, havia chegado a 520% a mais do que o previsto no orçamento. Coincidência ou não, nos últimos anos, alguns jornalistas que publicaram matérias que iam contra “a verdade” do governo, foram demitidos, e, outros, até hoje, sofrem com a censura que vem do Palácio da Liberdade.
EDITORIAL:
Liberdade, ainda que tardia!
Já se passaram 8 anos governo Aécio/ANASTASIA. No balanço, o resultado das políticas neoliberais na sua forma mais pura: discurso, marketing tapando desvio de verbas, políticas de exceção, privilégio para os já privilegiados, pompa e tradição oligárquica.
O neoliberalismo mineiro obedece à cartilha internacional. Para conter a exclusão e a injustiça social: repressão policial e corte nas políticas universais. Para manter o domínio e a farsa: silenciamento e censura. Para privilegiar empresários, banqueiros, amigos e possibilitar o repasse de recursos públicos a grupos privados: sucateamento, privatização, arrocho salarial e caixa 2. E para fechar a equação: marketing, muito marketing.
As denúncias permitiriam encher os jornais diariamente, mas não é o que acontece. Os donos da mídia mineira freqüentam as rodas do Palácio, enquanto os jornalistas sofrem com a censura que vem de cima. O alardeado déficit zero esconde um crescimento de 40% da dívida pública em 4 anos, o maior aumento entre os estados brasileiros. Os investimentos em saúde, educação e segurança, caíram de 66% para 45%. Graças a uma base aliada de 60 parlamentares, de um total de 77, o governo tucano ainda tem a primazia da edição de leis delegadas. Não se furtou a fazer uso delas para o que precisasse. Até janeiro deste ano, já foram mais de 100.
Em 2005, os gastos com publicidade extrapolaram em 520% o previsto no orçamento. Publicidade para mascarar, para omitir, para distorcer, para preparar a repressão, para renomear políticas nacionais e fazer muito barulho em cima de muito pouco.
Os estados são obrigados a aplicar 12% de seu orçamento em saúde. O governo Aécio aplicou, em 2006, apenas 5,72%. Em compensação escolhe alguns hospitais estaduais, pinta, reforma, maqueia, e chama toda a imprensa amiga e conivente para fazer a política de compadrio. Igual tratamento, o da política de exceção, recebe a educação, onde encontramos 70 mil professores e professoras designados, sem direitos trabalhistas garantidos.
O marketing da Cemig sobre “a melhor energia do mundo”, dos mais belos e convincentes, esconde o descalabro das famílias atingidas por barragens, a precarização do trabalho, a terceirização, o repasse de fortunas para acionistas estrangeiros e a destruição do meio ambiente. Esconde o sofrimento de milhares de famílias que têm boa parte do orçamento consumido pela conta de energia, afinal, os consumidores residenciais pagam cinco vezes mais que as indústrias. Escondem que pagamos uma das tarifas mais caras do Brasil, 42% a mais que os paulistas, por exemplo. Escondem para beneficiar, entre outras, as mesmas indústrias que compõem a cadeia suja da economia mineira: siderurgia, mineração e celulose. As mesmas que pagaram para eleger o governador.
Esse é o governo Aécio Neves/ANASTASIA. Vê o povo e o meio ambiente como empecilhos. Porém, os movimentos sociais de Minas não se calaram, não se aquietaram, estão firmes e fortes para não permitir o avanço do neoliberalismo no nosso estado e no nosso país. Sabemos que toda essa farsa tem um motivo claro: Aécio queria ser presidente do Brasil, e agora esta tentando eleger seu VICE, ANASTASIA. Não se depender de nós! Estaremos cada vez mais atentos. Continuaremos lutando, reivindicando, e construindo uma outra Minas possível, de verdade, de justiça, e de sonho.
Desde seu primeiro mandato, Aécio Neves, ex-governador de Minas Gerais e ANASTASIA o atual, vem realizando uma intensa campanha de marketing, com anúncios na mídia nacional de que teria controlado as finanças de Minas Gerais e gerado superávit de R$ 221 milhões nas contas. Porém, de acordo com dados do Banco Central, a dívida pública do governo mineiro com o Tesouro Nacional cresceu 40,23% nos últimos 4 anos, o maior aumento entre os estados brasileiros. De R$ 32,661 bilhões em 2002, a dívida saltou para R$ 46,082 bilhões em 2006.
Segundo Fabrício de Oliveira, doutor em economia pela Unicamp, a estratégia do governo não passou de uma manobra contábil, feita com o objetivo de mascarar a real situação das contas de Minas Gerais. “O estado continua incorrendo em elevados déficits nominais e sem conseguir uma solução estrutural para sua dívida, que continua em trajetória de crescimento”, destaca. Entretanto, a propaganda é outra. Segundo dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), o governo estadual gastou R$ 39,6 milhões com a pasta de Comunicação em 2006. “O déficit zero nada mais é do que um jogo de marketing”, avalia Lindolfo Fernandes, presidente do Sindicato dos Fiscais de Minas Gerais.
Enquanto isso, os investimentos em saúde, segurança pública e educação caíram de R$ 11,6 bilhões para R$ 8,7 bilhões, impactando a vida de milhares de pessoas na capital e no interior do estado. “A reforma administrativa, também chamada de choque de gestão, é uma concepção empresarial que estão tentando impor como modelo de gestão de Estado. Gestão empresarial visa ao lucro e à competição no mercado, ou seja, uma noção totalmente distinta da lógica pública”, esclarece o sociólogo Rudá Ricci, membro do Fórum Brasil do Orçamento.
O ‘choque de gestão’ foi patrocinado por grandes empresas como Gerdau, Votorantim, Vale do Rio Doce e Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração, que possuem claros interesses de negócios em Minas Gerais, e contribuíram com R$ 3 milhões na campanha de Aécio Neves em 2002. Essas companhias, além da Fundação Brava, pagaram R$ 4 milhões ao Instituto de Desenvolvimento Gerencial (IDG) para desenvolver os métodos gerenciais desse governo.
‘Um bom anúncio vale mais do que mil ações’
Marketing e silenciamento das vozes discordantes: dois ingredientes que contribuem para a reeleição de Aécio Neves para governador de Minas em 2006. A verba publicitária do governo de Minas inclui não só os anúncios comerciais, mas também a produção de material jornalístico a ser veiculado nos órgãos de imprensa.
Em 18 de dezembro de 2005, um grande jornal de São Paulo publicou matéria dizendo que o gasto com publicidade do governo Aécio até outubro daquele ano, havia chegado a 520% a mais do que o previsto no orçamento. Coincidência ou não, nos últimos anos, alguns jornalistas que publicaram matérias que iam contra “a verdade” do governo, foram demitidos, e, outros, até hoje, sofrem com a censura que vem do Palácio da Liberdade.
EDITORIAL:
Liberdade, ainda que tardia!
Já se passaram 8 anos governo Aécio/ANASTASIA. No balanço, o resultado das políticas neoliberais na sua forma mais pura: discurso, marketing tapando desvio de verbas, políticas de exceção, privilégio para os já privilegiados, pompa e tradição oligárquica.
O neoliberalismo mineiro obedece à cartilha internacional. Para conter a exclusão e a injustiça social: repressão policial e corte nas políticas universais. Para manter o domínio e a farsa: silenciamento e censura. Para privilegiar empresários, banqueiros, amigos e possibilitar o repasse de recursos públicos a grupos privados: sucateamento, privatização, arrocho salarial e caixa 2. E para fechar a equação: marketing, muito marketing.
As denúncias permitiriam encher os jornais diariamente, mas não é o que acontece. Os donos da mídia mineira freqüentam as rodas do Palácio, enquanto os jornalistas sofrem com a censura que vem de cima. O alardeado déficit zero esconde um crescimento de 40% da dívida pública em 4 anos, o maior aumento entre os estados brasileiros. Os investimentos em saúde, educação e segurança, caíram de 66% para 45%. Graças a uma base aliada de 60 parlamentares, de um total de 77, o governo tucano ainda tem a primazia da edição de leis delegadas. Não se furtou a fazer uso delas para o que precisasse. Até janeiro deste ano, já foram mais de 100.
Em 2005, os gastos com publicidade extrapolaram em 520% o previsto no orçamento. Publicidade para mascarar, para omitir, para distorcer, para preparar a repressão, para renomear políticas nacionais e fazer muito barulho em cima de muito pouco.
Os estados são obrigados a aplicar 12% de seu orçamento em saúde. O governo Aécio aplicou, em 2006, apenas 5,72%. Em compensação escolhe alguns hospitais estaduais, pinta, reforma, maqueia, e chama toda a imprensa amiga e conivente para fazer a política de compadrio. Igual tratamento, o da política de exceção, recebe a educação, onde encontramos 70 mil professores e professoras designados, sem direitos trabalhistas garantidos.
O marketing da Cemig sobre “a melhor energia do mundo”, dos mais belos e convincentes, esconde o descalabro das famílias atingidas por barragens, a precarização do trabalho, a terceirização, o repasse de fortunas para acionistas estrangeiros e a destruição do meio ambiente. Esconde o sofrimento de milhares de famílias que têm boa parte do orçamento consumido pela conta de energia, afinal, os consumidores residenciais pagam cinco vezes mais que as indústrias. Escondem que pagamos uma das tarifas mais caras do Brasil, 42% a mais que os paulistas, por exemplo. Escondem para beneficiar, entre outras, as mesmas indústrias que compõem a cadeia suja da economia mineira: siderurgia, mineração e celulose. As mesmas que pagaram para eleger o governador.
Esse é o governo Aécio Neves/ANASTASIA. Vê o povo e o meio ambiente como empecilhos. Porém, os movimentos sociais de Minas não se calaram, não se aquietaram, estão firmes e fortes para não permitir o avanço do neoliberalismo no nosso estado e no nosso país. Sabemos que toda essa farsa tem um motivo claro: Aécio queria ser presidente do Brasil, e agora esta tentando eleger seu VICE, ANASTASIA. Não se depender de nós! Estaremos cada vez mais atentos. Continuaremos lutando, reivindicando, e construindo uma outra Minas possível, de verdade, de justiça, e de sonho.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
MEDALHA JOÃO BOSCO MURTA LAGES
No dia 24 de Junho de 2010 na câmara municipal de BH,Lideranças do PMDB foram homenageadas com a Medalha João Bosco Murta Lages,em reunião solene do PMDB Jovem de BH,por iniciativa do Presidente Bruno Júlio,o evento foi marcado pela emoção de relembrar a carreira e a vida do Conselheiro João Bosco Murta Lages,que na solenidade foi representado por seus filhos João Alberto Paixão Lages,Maria Eugênia e sua Esposa Angela Maria Paixão Lages.
Os homenageados da noite,destacaram a honra de serem os primeiros agraciados por essa comenda,que se torna uma homenagem destacada dentro do PMDB.O senador Wellington Salgado,destacou a importância de nossa iniciativa,que através dessa solenidade mostramos para todos os Jovens do PMDB o nosso agradecimento,pela importante contribuição que os agraciados tem para nosso partido.
O Tesoureiro do PMDB Célio Mazoni que na noite representava o Senador Hélio Costa e Candidato a Governador de Minas pela Aliança PMDB-PT-PCdoB,transmitiu a emoção do Senador por ser um dos primeiros homenageador com essa medalha,e também agradeceu o apoio que a Juventude do PMDB de BH,sempre deu em sua caminhada política.Os outros homenageados João Alberto Paixao Lages,Presidente de Honra Nacional do PMDB Jovem e Presidente da CEASA/MINAS,o Presidente Estadual do PMDB Jovem de Minas,Breno Carone,e os vereadores de BH,Cabo Júlio,Iran Barbosa,Preto do Sacolão e Geraldo Félix.
O Lider do PMDB na Câmara Vereador Cabo Júlio,também falou sobre a importância da homenagem e também para o evento que movimentou a juventude.
Bruno Júlio em seu pronunciamento,falou sobre a vida política de João Bosco Murta Lages,agradeceu o apoio que todos os homenageados deram para a juventude durante o ano,e também falou do apoio unânime da juventude ao Senador Hélio Costa,rumo ao Palacio da Liberdade,e também falou da participação da juventude nas campanhas de Cabo Júlio para Deputado Estadual e de Wellington Salgado para Deputado Federal,e o maior objetivo do PMDB-PT e PCdoB em eleger Hélio Costa,Patrus Ananias e Fernando Pimentel.
CONVENÇÃO PMDB-MG
‘Todos por Minas’ – militâncias dão as mãos a Hélio, Patrus e Pimentel em encontro que reforça união da base aliada em Minas
Foi realizada na tarde de ontem (30) a Convenção Estadual do PMDB mineiro, no Hall das Bandeiras da Assembléia Legislativa de Minas Gerais. O grande encontro, que reuniu parlamentares, membros da executiva, prefeitos, vereadores e lideranças de todo o Estado, marcou a história da legenda. Eram milhares de convencionais, militantes, jovens empunhando as bandeiras do partido da democracia e exercendo o direito estatutário de votarem sobre o destino da legenda. O Presidente e deputado federal Antônio Andrade abriu os trabalhos reafirmando a força que a militância peemedebista tem e a importância do envolvimento total no pleito desse ano. Segundo o secretário geral e deputado estadual Antônio Júlio, a convenção marca o início do processo eleitoral no Estado: “Essa grande festa, realizada no último dia legal para realização de convenções estaduais e nacionais, marca o início de um outro momento, dá a largada para o processo eleitoral de fato”.
Durante toda a tarde os convencionais votaram as seguintes pautas: formação de alianças proporcionais e os nomes dos pré-candidatos. Ao fim da Convenção, foi lavrada ata com as seguintes definições: o Senador Hélio Costa foi referendado como o pré-candidato ao governo do estado e chapa única para candidatos a deputados estaduais e federais. Além disso, foi delegada à Executiva Estadual poderes para celebrar as coligações. Votaram 541 convencionais, sendo que 532 referendaram a candidatura do Senador ao Governo do Estado.
No mesmo dia, pela manhã, o PT de Minas realizou sua Convenção Estadual, no Crea-MG, a partir da qual definiu-se o nome do deputado federal Virgílio Guimarães como o primeiro suplente de Senador na chapa ocupada por Fernando Pimentel.
‘Todos por Minas’
Ao fim do dia, um ato de encerramento reuniu cerca de 5 mil militantes do PMDB, PT e PCdoB, que celebraram, durante toda a noite, a união dos partidos da base aliada do Presidente Lula, em Minas. Inspirados pelo mote ‘Todos por Minas’, as principais lideranças partidárias estaduais e nacionais reafirmaram o objetivo de elaborarem um programa de governo conjunto voltado para políticas sociais. A união e a convergência de idéias ficaram ainda mais claras quando Dilma Rousseff, Michel Temer, Hélio Costa, Patrus Ananias e Fernando Pimentel subiram no palco e discursaram para as bases.
“Aqueles que criticaram nossa aliança foram os mesmo que disseram que não íamos conseguir eleger o presidente Lula e que seu governo seria um fracasso. O povo mineiro está do nosso lado”, destacou Pimentel.
Durante coletiva com a imprensa, o presidente nacional do PT José Eduardo Dutra destacou o empenho da militância petista na chapa encabeçada por Hélio Costa: “No âmbito nacional formamos um arco de aliança com praticamente todos os partidos da base aliada de Lula e, pelas últimas pesquisas, confirmamos que temos uma pré-candidata competitiva e competente. Foi fundamental que reproduzíssemos esse cenário em Minas. Conquistamos uma aliança forte em torno do senador peemedebista e fortalecemos ainda mais a chapa com as indicações de Patrus e Pimentel. Não tenho dúvidas que o petista mineiro já entrou de corpo e alma. Esse é o nosso palanque”.
Também durante entrevista à imprensa, o ex-Ministro Patrus Ananinas afirmou: “A aliança PMDB/PT já existe há mais de 4 anos no Governo Lula, onde eu e Costa fomos Ministros e trabalhamos com lealdade para o nosso presidente. Nossa proposta é trazer para Minas as bases do governo federal, com inúmeras políticas sociais, programas de apoio a agricultura que mudaram a vida dos brasileiros”.
Em seu pronunciamento, Hélio Costa reforçou a importância da valorização dos servidores públicos mineiros, dando destaque para políticas que melhorem as condições de trabalho dos professores da rede estadual de ensino. O Senador também abordou a importância de investimentos sociais, como os que tem sido feitos pelo governo federal, através do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, pasta antes ocupada por Patrus, e que investiu, apenas em 2009, 3 bilhões e 600 mil reais no estado.
Em referência ao companheiro de partido, o presidente Nacional do PMDB Michel Temer discursou: “Hélio Costa é capaz de ocupar qualquer cargo nesse País. Um homem competente, dedicado, honrado e que agora caminha ao lado de Patrus, um político de alma, que age, fala e administra com a alma”.
Sob aplausos das milhares de pessoas presentes, a pré-candidata à Presidência da República, Dilma Rousseff falou às militâncias sobre o processo eleitoral em Minas e os ideais sociais e democráticos que unem os partidos da base. “Todos nós, juntos, vamos continuar essa caminhada iniciada por Lula, que tirou o País da estagnação, que criou 8 milhões de empregos no País, que deu acesso à educação a milhares de jovens, através do ProUni e outros programas. Essa aliança nacional é a coluna dorsal desse desenvolvimento que está pronto para se repetir em Minas”.
--
Ana Flávia Gussen
Assessoria PMDB-MG
(31)9634-2912
www.pmdbmg.org.br
www.twitter.com/pmdbminasgerais
Foi realizada na tarde de ontem (30) a Convenção Estadual do PMDB mineiro, no Hall das Bandeiras da Assembléia Legislativa de Minas Gerais. O grande encontro, que reuniu parlamentares, membros da executiva, prefeitos, vereadores e lideranças de todo o Estado, marcou a história da legenda. Eram milhares de convencionais, militantes, jovens empunhando as bandeiras do partido da democracia e exercendo o direito estatutário de votarem sobre o destino da legenda. O Presidente e deputado federal Antônio Andrade abriu os trabalhos reafirmando a força que a militância peemedebista tem e a importância do envolvimento total no pleito desse ano. Segundo o secretário geral e deputado estadual Antônio Júlio, a convenção marca o início do processo eleitoral no Estado: “Essa grande festa, realizada no último dia legal para realização de convenções estaduais e nacionais, marca o início de um outro momento, dá a largada para o processo eleitoral de fato”.
Durante toda a tarde os convencionais votaram as seguintes pautas: formação de alianças proporcionais e os nomes dos pré-candidatos. Ao fim da Convenção, foi lavrada ata com as seguintes definições: o Senador Hélio Costa foi referendado como o pré-candidato ao governo do estado e chapa única para candidatos a deputados estaduais e federais. Além disso, foi delegada à Executiva Estadual poderes para celebrar as coligações. Votaram 541 convencionais, sendo que 532 referendaram a candidatura do Senador ao Governo do Estado.
No mesmo dia, pela manhã, o PT de Minas realizou sua Convenção Estadual, no Crea-MG, a partir da qual definiu-se o nome do deputado federal Virgílio Guimarães como o primeiro suplente de Senador na chapa ocupada por Fernando Pimentel.
‘Todos por Minas’
Ao fim do dia, um ato de encerramento reuniu cerca de 5 mil militantes do PMDB, PT e PCdoB, que celebraram, durante toda a noite, a união dos partidos da base aliada do Presidente Lula, em Minas. Inspirados pelo mote ‘Todos por Minas’, as principais lideranças partidárias estaduais e nacionais reafirmaram o objetivo de elaborarem um programa de governo conjunto voltado para políticas sociais. A união e a convergência de idéias ficaram ainda mais claras quando Dilma Rousseff, Michel Temer, Hélio Costa, Patrus Ananias e Fernando Pimentel subiram no palco e discursaram para as bases.
“Aqueles que criticaram nossa aliança foram os mesmo que disseram que não íamos conseguir eleger o presidente Lula e que seu governo seria um fracasso. O povo mineiro está do nosso lado”, destacou Pimentel.
Durante coletiva com a imprensa, o presidente nacional do PT José Eduardo Dutra destacou o empenho da militância petista na chapa encabeçada por Hélio Costa: “No âmbito nacional formamos um arco de aliança com praticamente todos os partidos da base aliada de Lula e, pelas últimas pesquisas, confirmamos que temos uma pré-candidata competitiva e competente. Foi fundamental que reproduzíssemos esse cenário em Minas. Conquistamos uma aliança forte em torno do senador peemedebista e fortalecemos ainda mais a chapa com as indicações de Patrus e Pimentel. Não tenho dúvidas que o petista mineiro já entrou de corpo e alma. Esse é o nosso palanque”.
Também durante entrevista à imprensa, o ex-Ministro Patrus Ananinas afirmou: “A aliança PMDB/PT já existe há mais de 4 anos no Governo Lula, onde eu e Costa fomos Ministros e trabalhamos com lealdade para o nosso presidente. Nossa proposta é trazer para Minas as bases do governo federal, com inúmeras políticas sociais, programas de apoio a agricultura que mudaram a vida dos brasileiros”.
Em seu pronunciamento, Hélio Costa reforçou a importância da valorização dos servidores públicos mineiros, dando destaque para políticas que melhorem as condições de trabalho dos professores da rede estadual de ensino. O Senador também abordou a importância de investimentos sociais, como os que tem sido feitos pelo governo federal, através do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, pasta antes ocupada por Patrus, e que investiu, apenas em 2009, 3 bilhões e 600 mil reais no estado.
Em referência ao companheiro de partido, o presidente Nacional do PMDB Michel Temer discursou: “Hélio Costa é capaz de ocupar qualquer cargo nesse País. Um homem competente, dedicado, honrado e que agora caminha ao lado de Patrus, um político de alma, que age, fala e administra com a alma”.
Sob aplausos das milhares de pessoas presentes, a pré-candidata à Presidência da República, Dilma Rousseff falou às militâncias sobre o processo eleitoral em Minas e os ideais sociais e democráticos que unem os partidos da base. “Todos nós, juntos, vamos continuar essa caminhada iniciada por Lula, que tirou o País da estagnação, que criou 8 milhões de empregos no País, que deu acesso à educação a milhares de jovens, através do ProUni e outros programas. Essa aliança nacional é a coluna dorsal desse desenvolvimento que está pronto para se repetir em Minas”.
--
Ana Flávia Gussen
Assessoria PMDB-MG
(31)9634-2912
www.pmdbmg.org.br
www.twitter.com/pmdbminasgerais
terça-feira, 29 de junho de 2010
Release para imprensa
Ato político do PMDB/PT e PCdoB
O PMDB-MG realiza amanhã (30) na Assembléia Legislativa de Minas, a partir das 13hrs, sua Convenção Estadual que tem como pauta a escolha de pré-candidatos e a formação de alianças com partidos da base aliada do Presidente Lula para o pleito desse ano. Lideranças, convencionais e militantes de todo o Estado estão se mobilizando para participarem dessa grande festa da democracia peemedebista. Com o término dos trabalhos, será dado início a um ato político de encerramento das Convenções do PMDB e PT – uma vez que a convenção petista será realizada na mesma data, a partir das 9hr. no Crea – com as presenças da ex-Ministra Dilma Rousseff, senador Hélio Costa, ex-Ministro Patrus Ananias, ex-prefeito Fernando Pimentel, os presidentes regionais Antônio Andrade, Reginaldo Lopes e Jô Moraes, além de parlamentares e lideranças de todo Estado.
Programação
Convenção PMDB-MG
Data: 30 de junho
Hora: 13hrs
Local: Assembléia Legislativa de Minas Gerais
Ato de encerramento
Data: 30 de junho
Hora: 17hrs.
Local: Assembléia Legislativa de Minas Gerais
Imprensa: para o ato político de encerramento será solicitado credenciamento da imprensa. Para isso, os profissionais devem enviar nome, RG, cargo e veículo para os e-mails imprensa@pmdbmg.org.br ou comunica@ptmg.org.br .
Informações: Ana Flávia/PMDB (31) 9634-2912 ou Gabriella/PT (31)8553-3394
Ana Flávia Gussen
Assessoria PMDB-MG
(31)9634-2912
www.pmdbmg.org.br
www.twitter.com/pmdbminasgerais
O PMDB-MG realiza amanhã (30) na Assembléia Legislativa de Minas, a partir das 13hrs, sua Convenção Estadual que tem como pauta a escolha de pré-candidatos e a formação de alianças com partidos da base aliada do Presidente Lula para o pleito desse ano. Lideranças, convencionais e militantes de todo o Estado estão se mobilizando para participarem dessa grande festa da democracia peemedebista. Com o término dos trabalhos, será dado início a um ato político de encerramento das Convenções do PMDB e PT – uma vez que a convenção petista será realizada na mesma data, a partir das 9hr. no Crea – com as presenças da ex-Ministra Dilma Rousseff, senador Hélio Costa, ex-Ministro Patrus Ananias, ex-prefeito Fernando Pimentel, os presidentes regionais Antônio Andrade, Reginaldo Lopes e Jô Moraes, além de parlamentares e lideranças de todo Estado.
Programação
Convenção PMDB-MG
Data: 30 de junho
Hora: 13hrs
Local: Assembléia Legislativa de Minas Gerais
Ato de encerramento
Data: 30 de junho
Hora: 17hrs.
Local: Assembléia Legislativa de Minas Gerais
Imprensa: para o ato político de encerramento será solicitado credenciamento da imprensa. Para isso, os profissionais devem enviar nome, RG, cargo e veículo para os e-mails imprensa@pmdbmg.org.br ou comunica@ptmg.org.br .
Informações: Ana Flávia/PMDB (31) 9634-2912 ou Gabriella/PT (31)8553-3394
Ana Flávia Gussen
Assessoria PMDB-MG
(31)9634-2912
www.pmdbmg.org.br
www.twitter.com/pmdbminasgerais
CARTA AOS PEEMEDEBISTAS
Peemedebista,
O nosso PMDB de tantas lutas se prepara para enfrentar e vencer uma batalha memorável: a retomada do poder político em Minas para colocar os mineiros em sintonia com a trajetória de desenvolvimento com justiça social, assegurada pelo governo do presidente Luis Inácio Lula da Silva.
Temos a certeza que a presença de Patrus Ananias e Fernando Pimentel na chapa majoritária, com a união programática do nosso partido com o PT e o PCdoB descortina um novo cenário para florescimento de políticas públicas de superação das desigualdades regionais em nosso estado.
O presidente Luis Inácio Lula da Silva escolheu a mineira Dilma Rousseff para dar continuidade ao processo irreversível de afirmação do Brasil no cenário internacional.
O PMDB ofereceu o nome do presidente nacional do nosso partido Michel Temer para compartilhar a condução de um governo destinado a construir um futuro bem melhor para todos os brasileiros.
Em Minas não será diferente. O futuro começa agora com o lançamento de uma grande aliança de partidos que representam e mobilizam a maioria dos eleitores de todos os cantos das Minas e das Gerais.
Um governo partilhado e compartilhado com o povo.
Conto, com sua presença, participação e entusiasmo na nossa Convenção Estadual, no próximo dia 30 de Junho, na Assembléia Legislativa.
Será uma grande festa. Um inicio de caminhada. Uma manifestação coletiva da nossa vontade de mudar os destinos de Minas.
Estaremos juntos para lutar, vencer e governar Minas Gerais.
Um forte abraço.
Saudações peemedebistas!
HELIO COSTA
Senador e pré-candidato ao Governo de Minas Gerais
O nosso PMDB de tantas lutas se prepara para enfrentar e vencer uma batalha memorável: a retomada do poder político em Minas para colocar os mineiros em sintonia com a trajetória de desenvolvimento com justiça social, assegurada pelo governo do presidente Luis Inácio Lula da Silva.
Temos a certeza que a presença de Patrus Ananias e Fernando Pimentel na chapa majoritária, com a união programática do nosso partido com o PT e o PCdoB descortina um novo cenário para florescimento de políticas públicas de superação das desigualdades regionais em nosso estado.
O presidente Luis Inácio Lula da Silva escolheu a mineira Dilma Rousseff para dar continuidade ao processo irreversível de afirmação do Brasil no cenário internacional.
O PMDB ofereceu o nome do presidente nacional do nosso partido Michel Temer para compartilhar a condução de um governo destinado a construir um futuro bem melhor para todos os brasileiros.
Em Minas não será diferente. O futuro começa agora com o lançamento de uma grande aliança de partidos que representam e mobilizam a maioria dos eleitores de todos os cantos das Minas e das Gerais.
Um governo partilhado e compartilhado com o povo.
Conto, com sua presença, participação e entusiasmo na nossa Convenção Estadual, no próximo dia 30 de Junho, na Assembléia Legislativa.
Será uma grande festa. Um inicio de caminhada. Uma manifestação coletiva da nossa vontade de mudar os destinos de Minas.
Estaremos juntos para lutar, vencer e governar Minas Gerais.
Um forte abraço.
Saudações peemedebistas!
HELIO COSTA
Senador e pré-candidato ao Governo de Minas Gerais
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Lula sanciona indenização à UNE
Na segunda, o presidente Lula sancionou o projeto de lei aprovado pelo Senado recentemente que obriga o governo federal a indenizar a UNE pela destruição, pela ditadura, da antiga sede da entidade, no Rio de Janeiro.
A Caixa Econômica Federal avaliou a propriedade em R$ 6 milhões, estimando o teto de indenização em R$ 36 milhões.
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovaram o texto e a expectativa é de que o valor ultrapasse R$ 15 milhões e o valor ressarcido à entidade deve ser usado, integralmente, na reconstrução da antiga sede. Mas, não me espantaria que os jornalões brasileiros acusem ou comecem uma campanha difamatória especulando sobre possíveis "maus usos" desses recursos.
A Caixa Econômica Federal avaliou a propriedade em R$ 6 milhões, estimando o teto de indenização em R$ 36 milhões.
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovaram o texto e a expectativa é de que o valor ultrapasse R$ 15 milhões e o valor ressarcido à entidade deve ser usado, integralmente, na reconstrução da antiga sede. Mas, não me espantaria que os jornalões brasileiros acusem ou comecem uma campanha difamatória especulando sobre possíveis "maus usos" desses recursos.
Convenção PMDB-MG
No próximo dia 30 de junho (quarta-feira), a partir das 13hr., o PMDB de Minas Gerais irá realizar, na Assembléia Legislativa de Minas, a Convenção Estadual que terá como pautas as coligações partidárias e a escolha de candidatos para o pleito de 2010. Na mesma data, a partir das 9hr no Crea-MG, o PT mineiro também irá realizar sua Convenção Estadual.
Após as convenções, às17h., um ato solene de encerramento será realizado na ALMG com a participação do PMDB, PT e PCdoB estaduais e outras legendas, a fim de celebrar a aliança dos partidos da base aliada de Lula em Minas. Lideranças como o Senador Hélio Costa, o ex-prefeito Fernando Pimentel, Patrus Ananias e a ex-Ministra Dilma Rousseff estarão presentes.
Programação:
13h: Convenção PMDB-MG na Assembléia Legislativa de Minas Gerais
17h: Ato solene de encerramento na Assembléia Legislativa de Minas Gerais
Ana Flávia Gussen
Assessoria PMDB-MG
(31)9634-2912
www.pmdbmg.org.br
www.twitter.com/pmdbminasgerais
Após as convenções, às17h., um ato solene de encerramento será realizado na ALMG com a participação do PMDB, PT e PCdoB estaduais e outras legendas, a fim de celebrar a aliança dos partidos da base aliada de Lula em Minas. Lideranças como o Senador Hélio Costa, o ex-prefeito Fernando Pimentel, Patrus Ananias e a ex-Ministra Dilma Rousseff estarão presentes.
Programação:
13h: Convenção PMDB-MG na Assembléia Legislativa de Minas Gerais
17h: Ato solene de encerramento na Assembléia Legislativa de Minas Gerais
Ana Flávia Gussen
Assessoria PMDB-MG
(31)9634-2912
www.pmdbmg.org.br
www.twitter.com/pmdbminasgerais
terça-feira, 22 de junho de 2010
Enem pode ser feito por adulto que não cursou o Ensino Médio
O Enem – Exame Nacional do Ensino Médio – pode ser feito por pessoas que estejam pleiteando certificação nesta etapa de ensino. Ou seja: pessoas que não cursaram ou não concluíram o Ensino Médio e que, agora, têm a chance de fazer a prova do Enem e, atingindo a pontuação mínima exigida – 400 pontos em cada uma das quatro áreas de conhecimento e 500 pontos na redação -, receberão seu certificado de conclusão.
Conforme edital retificado publicado no Diário Oficial da União de hoje, dia 22, a pessoa que estiver pleiteando um certificado de conclusão não precisa ter freqüentado a escola regular nem a Educação de Jovens e Adultos. A condição para obter a certificação é que o participante tenha 18 anos completos até a data de realização da primeira prova do Enem 2010, o que ocorrerá no dia 06 de novembro.
O Inep faz a inscrição, aplica e corrige a prova. A emissão do certificado é de competência das secretarias estaduais de educação. Institutos e os centros federais de educação, ciência e tecnologia também poderão certificar no nível de conclusão do Ensino Médio com base nos resultados do Enem 2010. Dessa forma, o candidato deverá, no ato da inscrição, indicar a secretaria ou o instituto ou centro federal pelo qual pretende obter a certificação. Na própria ficha de inscrição há a lista de instituições certificadoras, que são aquelas que firmaram acordo de cooperação técnica com o Inep.
Para realizar a inscrição é exigido o CPF. Outra exigência é o preenchimento do questionário socioeconômico.
Assessoria de Imprensa do Inep/MEC
Conforme edital retificado publicado no Diário Oficial da União de hoje, dia 22, a pessoa que estiver pleiteando um certificado de conclusão não precisa ter freqüentado a escola regular nem a Educação de Jovens e Adultos. A condição para obter a certificação é que o participante tenha 18 anos completos até a data de realização da primeira prova do Enem 2010, o que ocorrerá no dia 06 de novembro.
O Inep faz a inscrição, aplica e corrige a prova. A emissão do certificado é de competência das secretarias estaduais de educação. Institutos e os centros federais de educação, ciência e tecnologia também poderão certificar no nível de conclusão do Ensino Médio com base nos resultados do Enem 2010. Dessa forma, o candidato deverá, no ato da inscrição, indicar a secretaria ou o instituto ou centro federal pelo qual pretende obter a certificação. Na própria ficha de inscrição há a lista de instituições certificadoras, que são aquelas que firmaram acordo de cooperação técnica com o Inep.
Para realizar a inscrição é exigido o CPF. Outra exigência é o preenchimento do questionário socioeconômico.
Assessoria de Imprensa do Inep/MEC
Lançado programa Biblioteca do Professor com 6 milhões de livros
Os professores da educação básica pública terão agora livros específicos para eles. É o Programa Nacional Biblioteca da Escola – acervo do professor criado pelo Ministério da Educação. O programa vai fornecer material de apoio teórico e metodológico para o trabalho do professor em sala de aula e contribuir como ferramenta para o planejamento de suas aulas.
A biblioteca contará com 154 títulos que compõem acervos a serem distribuídos por categorias. São 53 títulos para os anos iniciais do ensino fundamental; 39 para os anos finais do ensino fundamental; 45 para o ensino médio e educação de jovens e adultos; e 17 para os anos iniciais e finais do ensino fundamental da educação de jovens e adultos.
Os livros abordam conteúdos sobre alfabetização, língua portuguesa, matemática, história, geografia, ciências, física, química, biologia, filosofia, sociologia, artes, educação física, inglês e espanhol. Serão distribuídos seis milhões de títulos para os professores das escolas públicas das 27 unidades da Federação. O investimento na Biblioteca do Professor é de R$ 78 milhões.
Fonte: MEC
A biblioteca contará com 154 títulos que compõem acervos a serem distribuídos por categorias. São 53 títulos para os anos iniciais do ensino fundamental; 39 para os anos finais do ensino fundamental; 45 para o ensino médio e educação de jovens e adultos; e 17 para os anos iniciais e finais do ensino fundamental da educação de jovens e adultos.
Os livros abordam conteúdos sobre alfabetização, língua portuguesa, matemática, história, geografia, ciências, física, química, biologia, filosofia, sociologia, artes, educação física, inglês e espanhol. Serão distribuídos seis milhões de títulos para os professores das escolas públicas das 27 unidades da Federação. O investimento na Biblioteca do Professor é de R$ 78 milhões.
Fonte: MEC
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Inscrições para o Enem começam segunda-feira e CPF do participante será obrigatório
As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2010 começam na segunda-feira (21). O Ministério da Educação (MEC) informou que será necessário que o estudante informe o número do seu CPF, porque não será aceito o dos pais ou responsáveis, mesmo que o estudante seja menor de idade.
Segundo o MEC, o próprio sistema de inscrição vai impedir que participantes usem o número do CPF de terceiros, pois buscará as informações do titular na base de dados da Receita Federal. Os estudantes que não tiverem o documento podem retirá-lo em qualquer agência dos Correios, Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal. No caso dos menores de 16 anos, é preciso que esse pedido seja feito pelos pais ou pelo responsável legal.
As inscrições estarão abertas exclusivamente via internet entre 21 de junho e 9 de julho. As provas serão realizadas nos dias 6 e 7 de novembro. O exame terá 180 questões de múltipla escolha e uma redação. A novidade para a edição deste ano é a inclusão de língua estrangeira. No momento da inscrição, o aluno deverá escolher entre o inglês e o espanhol.
No primeiro dia (sábado, 6 de novembro), as provas serão de ciências da natureza e humanas, cada uma com 45 questões. No domingo (7), os candidatos serão avaliados em matemática e linguagens, cada uma com 45 questões, além da redação.
A taxa de inscrição será de R$ 35. Estudantes que cursam o 3º ano em escola pública não pagam. Outros candidatos interessados na isenção poderão fazer o pedido assinando uma declaração de carência.
AGÊNCIA BRASIL
Segundo o MEC, o próprio sistema de inscrição vai impedir que participantes usem o número do CPF de terceiros, pois buscará as informações do titular na base de dados da Receita Federal. Os estudantes que não tiverem o documento podem retirá-lo em qualquer agência dos Correios, Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal. No caso dos menores de 16 anos, é preciso que esse pedido seja feito pelos pais ou pelo responsável legal.
As inscrições estarão abertas exclusivamente via internet entre 21 de junho e 9 de julho. As provas serão realizadas nos dias 6 e 7 de novembro. O exame terá 180 questões de múltipla escolha e uma redação. A novidade para a edição deste ano é a inclusão de língua estrangeira. No momento da inscrição, o aluno deverá escolher entre o inglês e o espanhol.
No primeiro dia (sábado, 6 de novembro), as provas serão de ciências da natureza e humanas, cada uma com 45 questões. No domingo (7), os candidatos serão avaliados em matemática e linguagens, cada uma com 45 questões, além da redação.
A taxa de inscrição será de R$ 35. Estudantes que cursam o 3º ano em escola pública não pagam. Outros candidatos interessados na isenção poderão fazer o pedido assinando uma declaração de carência.
AGÊNCIA BRASIL
Novamente, educação e trabalho
Leitura obrigatória para discutir a questão educação, juventude e trabalho, é a reportagem de hoje, da Agência Brasil, Ensino médio: frequência cresce, mas não atrai novos alunos, que cobriu o seminário promovido ontem pelo Movimento Todos pela Educação e Instituto Unibanco. Números apresentados pelo IPEA, nessa oportunidade, revela que "a taxa da população de 15 a 17 anos matriculada no ensino médio têm crescido porque mais estudantes estão terminando o ensino fundamental na idade correta, mas a escola ainda não conseguiu atrair aquela população que desistiu de estudar, que hoje corresponde a 18%"; que 40% dos jovens que evadiram da escola dizem ter sido por falta de interesse e a taxa de conclusão desta etapa é de 50%, "ou seja, metade dos jovens que entram no ensino médio não se formam", segundo outros dados, agora apresentados pelo MEC.
Alternativas
Para Paes de Barros, do IPEA, " a desigualdade está muito por trás disso. Esses 18% não estão espalhados pelo país, mas localizados em áreas específicas. São jovens de famílias pobres, que vivem em áreas mais isoladas, parte disso na zona rural". À frente, ele avança positivamente em relação a algumas posições que o instituto tem defendido ao propor que "Se você tem uma escola totalmente com viés acadêmico, voltada para a universidade, você já tem 18% que sabem que não vão para a universidade, então para que ir para uma escola que vai ensinar um monte de coisas que ele não vai utilizar na vida dele?".
O diretor de Concepções e Orientações Curriculares do Ministério da Educação, Carlos Artexes, não acredita que incluir o ensino médio na obrigatoriedade do "ensino básico" resolve o dilema sem sanar o gargalo do interesse curricular, que nada tem a ver, a priori, com a forma como se ensina X ou Y.
Ou seja: o caminho é a profissionalização, no que assino embaixo da superintendente do Instituto Unibanco, Wanda Engel: "o ensino médio é uma 'bomba-relógio' que pode comprometer o desenvolvimento econômico do país" e "Nós não estamos conseguindo fazer com que a nossa juventude tenha um passaporte mínimo para entrar no moderno mercado de trabalho".
Por essas e outras que José Serra está errado ao propor uma "bolsa-ensino técnico" para jovens de famílias atendidas pelo Bolsa Família, pois o desafio é manter o jovem de baixa renda no ensino médio, concluindo seus estudos sem trabalhar até, pelo menos, os 18 anos, mas, sem prejuízo da formação humanista, se preparar enquanto isso para disputar uma vaga decente no mundo do trabalho.
Alternativas
Para Paes de Barros, do IPEA, " a desigualdade está muito por trás disso. Esses 18% não estão espalhados pelo país, mas localizados em áreas específicas. São jovens de famílias pobres, que vivem em áreas mais isoladas, parte disso na zona rural". À frente, ele avança positivamente em relação a algumas posições que o instituto tem defendido ao propor que "Se você tem uma escola totalmente com viés acadêmico, voltada para a universidade, você já tem 18% que sabem que não vão para a universidade, então para que ir para uma escola que vai ensinar um monte de coisas que ele não vai utilizar na vida dele?".
O diretor de Concepções e Orientações Curriculares do Ministério da Educação, Carlos Artexes, não acredita que incluir o ensino médio na obrigatoriedade do "ensino básico" resolve o dilema sem sanar o gargalo do interesse curricular, que nada tem a ver, a priori, com a forma como se ensina X ou Y.
Ou seja: o caminho é a profissionalização, no que assino embaixo da superintendente do Instituto Unibanco, Wanda Engel: "o ensino médio é uma 'bomba-relógio' que pode comprometer o desenvolvimento econômico do país" e "Nós não estamos conseguindo fazer com que a nossa juventude tenha um passaporte mínimo para entrar no moderno mercado de trabalho".
Por essas e outras que José Serra está errado ao propor uma "bolsa-ensino técnico" para jovens de famílias atendidas pelo Bolsa Família, pois o desafio é manter o jovem de baixa renda no ensino médio, concluindo seus estudos sem trabalhar até, pelo menos, os 18 anos, mas, sem prejuízo da formação humanista, se preparar enquanto isso para disputar uma vaga decente no mundo do trabalho.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
NOTA DE REPÚDIO
A União Colegial do Estado de Minas Gerais (UCMG) e a União Municipal dos Estudantes Secundaristas (UMES) de Belo Horizonte vem a público repudiar o vandalismo provocado pela ação nefasta de um pequeno grupo de dirigentes estudantis, com total e repugnante apoio da Associação Metropolitana de Estudantes de Belo Horizonte (AMES).
A luta pelo meio-passe vem sendo tratada e discutida de forma civilizada. Não compactuamos com a quebradeira realizada nesta manhã de 16 de junho de 2010, quando invadiram a Câmara Municipal de Belo Horizonte, destruindo o patrimônio público. O ato, além de perigoso, coloca em risco os verdadeiros interesses dos estudantes de BH.
As verdadeiras entidades estudantis, que há anos lutam pelo Meio-Passe na capital mineira, não compactuam e não aceitam esse tipo de ação, pois lutamos pelo cumprimento de um direito dos estudantes, e não pela desordem e descumprimento da lei. Por estas e outras razões, as Entidades estudantis e os estudantes em referência reafirmam a sua posição contrária a qualquer movimento ou ação que resulte em vandalismo, violência, desordem e descumprimento da Lei.
SOMOS ESTUDANTES, LUTAMOS POR NOSSOS DIREITOS, MAS SEM AFRONTAR OS DIREITOS ALHEIOS - SE ASSIM FOSSE, NÃO EXISTIRIA EDUCAÇÃO.
Bruno Júlio - Diretor UMES-BH, Tesoureiro da UCMG.
Péricles Francisco-Presidente UCMG
Weslen Alves-Diretor UMES-BH
A luta pelo meio-passe vem sendo tratada e discutida de forma civilizada. Não compactuamos com a quebradeira realizada nesta manhã de 16 de junho de 2010, quando invadiram a Câmara Municipal de Belo Horizonte, destruindo o patrimônio público. O ato, além de perigoso, coloca em risco os verdadeiros interesses dos estudantes de BH.
As verdadeiras entidades estudantis, que há anos lutam pelo Meio-Passe na capital mineira, não compactuam e não aceitam esse tipo de ação, pois lutamos pelo cumprimento de um direito dos estudantes, e não pela desordem e descumprimento da lei. Por estas e outras razões, as Entidades estudantis e os estudantes em referência reafirmam a sua posição contrária a qualquer movimento ou ação que resulte em vandalismo, violência, desordem e descumprimento da Lei.
SOMOS ESTUDANTES, LUTAMOS POR NOSSOS DIREITOS, MAS SEM AFRONTAR OS DIREITOS ALHEIOS - SE ASSIM FOSSE, NÃO EXISTIRIA EDUCAÇÃO.
Bruno Júlio - Diretor UMES-BH, Tesoureiro da UCMG.
Péricles Francisco-Presidente UCMG
Weslen Alves-Diretor UMES-BH
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Campanha no twitter pela aprovação da PEC da Juventude
A PEC da Juventude pode entrar na pauta do Senado Federal nos próximos dias. A aprovação da PEC é uma das principais bandeiras do Conjuve para este ano. A Proposta regulamenta a proteção dos direitos econômicos, sociais e culturais da juventude brasileira, inserindo o termo “jovem” no Capítulo VII da Constituição Federal.
Através do twitter, vamos fazer uma grande campanha, em nível nacional, pela aprovação da proposta. Participe, envie sua mensagem para todos os senadores, utilizando as dicas sugeridas aqui, e peça a aprovação.
Dicas para participar da campanha
1. Poste esta notícia no site da sua instituição, organização, movimento ou mesmo no seu blog;
2. Envie mensagens para todos os líderes do Senado via twitter solicitando a rápida votação da PEC 42/2008;
Lider do PSDB
@ SenadorArthur
Líder do PV
@ silva_marina
Líder do PT
@ Mercadante
Líder do DEM
@ joseagripino
Líder do PCdoB
@ inacioarruda
Líder do PDT
@ Osmar_Dias
Líder do Governo
@ senadorjuca
Líder do PSB
@ valadarespsb
Líder da Minoria
@ RaimundoColombo
Líder do PSOL
@ SenadorJoseNery
Líder do PRB
@marcelocrivella
3. Nesta mensagem informe sua cidade, estado e organização;
4. Inclua no final da mensagem a hashtag: #pecdajuventude (é a forma para acompanharmos a repercussão da campanha);
5. Seja objetivo, o twitter não permite mensagens acima de 140 caracteres;
6. Aproveite a campanha e passe a seguir o Conjuve no twitter www.twitter.com/conjuve.
Exemplo
Caro @senadorjuca sou do Conselho Municipal de Juventude, Boa Vista-RR e peço seu apoio para rápida aprovação da PEC 42/2008 #pecdajuventude.
Fonte: Conjuve
Através do twitter, vamos fazer uma grande campanha, em nível nacional, pela aprovação da proposta. Participe, envie sua mensagem para todos os senadores, utilizando as dicas sugeridas aqui, e peça a aprovação.
Dicas para participar da campanha
1. Poste esta notícia no site da sua instituição, organização, movimento ou mesmo no seu blog;
2. Envie mensagens para todos os líderes do Senado via twitter solicitando a rápida votação da PEC 42/2008;
Lider do PSDB
@ SenadorArthur
Líder do PV
@ silva_marina
Líder do PT
@ Mercadante
Líder do DEM
@ joseagripino
Líder do PCdoB
@ inacioarruda
Líder do PDT
@ Osmar_Dias
Líder do Governo
@ senadorjuca
Líder do PSB
@ valadarespsb
Líder da Minoria
@ RaimundoColombo
Líder do PSOL
@ SenadorJoseNery
Líder do PRB
@marcelocrivella
3. Nesta mensagem informe sua cidade, estado e organização;
4. Inclua no final da mensagem a hashtag: #pecdajuventude (é a forma para acompanharmos a repercussão da campanha);
5. Seja objetivo, o twitter não permite mensagens acima de 140 caracteres;
6. Aproveite a campanha e passe a seguir o Conjuve no twitter www.twitter.com/conjuve.
Exemplo
Caro @senadorjuca sou do Conselho Municipal de Juventude, Boa Vista-RR e peço seu apoio para rápida aprovação da PEC 42/2008 #pecdajuventude.
Fonte: Conjuve
JPMDB-BH e a Participação do Jovem
A política está presente em todos os momentos do nosso dia-a-dia. Praticamos a política ao tomarmos posturas diferenciadas em situações extremas, no trato com o próximo e ao tomarmos decisões. Portanto, não existe um ser apolítico, mas sim despolitizado.
Aqueles que reclamam da situação atual da política brasileira são, com certeza, grande parte dos que não usam o poder do voto para mudar o status quo. A cobrança e a participação são os mais eficientes meios para revolucionar e melhorar as futuras administrações.
Agora é a hora de mostrarmos nossa participação ativa, visto que não é permitida nenhuma forma de atração popular como os ‘showmícios’.
Pesquisas apontam que mais da metade da população não se interessa por política e/ou não costuma acompanhar o horário eleitoral. Tal descrédito pode ser remetido ao fato de muitos políticos não praticarem a representatividade, deixando de lado os interesses coletivos em nome dos individuais. Mas existe uma esperança: nós, jovens, podemos revolucionar e tentar transformar e renovar o meio político.
Como 2010 é um ano eleitoral, esse é o momento certo para mostrarmos a força e vitalidade do jovem, através de uma participação mais ativa e interessada. Vamos cumprir nosso papel e exercer a pressão da classe jovem sobre nossos representantes, dando opiniões, fazendo críticas e falando sobre as dificuldades que enfrentamos diariamente.
Por isso, convido a todos militantes, simpatizantes e amigos jovens para participarmos ativamente da construção do Plano de Governo do nosso pré-candidato ao governo de Minas Senador Hélio Costa. Envie para o e-mail participacao15@gmail.com sugestões de como podemos elaborar políticas públicas voltadas aos jovens. Sua colaboração é muito importante!
Bruno Júlio
Presidente do PMDB Jovem de Belo Horizonte
Aqueles que reclamam da situação atual da política brasileira são, com certeza, grande parte dos que não usam o poder do voto para mudar o status quo. A cobrança e a participação são os mais eficientes meios para revolucionar e melhorar as futuras administrações.
Agora é a hora de mostrarmos nossa participação ativa, visto que não é permitida nenhuma forma de atração popular como os ‘showmícios’.
Pesquisas apontam que mais da metade da população não se interessa por política e/ou não costuma acompanhar o horário eleitoral. Tal descrédito pode ser remetido ao fato de muitos políticos não praticarem a representatividade, deixando de lado os interesses coletivos em nome dos individuais. Mas existe uma esperança: nós, jovens, podemos revolucionar e tentar transformar e renovar o meio político.
Como 2010 é um ano eleitoral, esse é o momento certo para mostrarmos a força e vitalidade do jovem, através de uma participação mais ativa e interessada. Vamos cumprir nosso papel e exercer a pressão da classe jovem sobre nossos representantes, dando opiniões, fazendo críticas e falando sobre as dificuldades que enfrentamos diariamente.
Por isso, convido a todos militantes, simpatizantes e amigos jovens para participarmos ativamente da construção do Plano de Governo do nosso pré-candidato ao governo de Minas Senador Hélio Costa. Envie para o e-mail participacao15@gmail.com sugestões de como podemos elaborar políticas públicas voltadas aos jovens. Sua colaboração é muito importante!
Bruno Júlio
Presidente do PMDB Jovem de Belo Horizonte
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Texto base Programa de Governo
Propostas para o Programa Nacional do PMDB
Tem muito Brasil pela frente!
A população com idade entre 15 e 29 anos hoje no País está estimada em mais de 51 milhões de pessoas. Um ativo grande, poderoso e com potencial para transformar a realidade brasileira dos próximos anos. Mas, para isso, é preciso comprometimento político com o desenvolvimento deste grupo etário. Por este motivo, o PMDB está lançando um conjunto de compromissos e princípios a serem assumidos e perseguidos pelos prefeitos do partido nos próximos anos.
Este momento demográfico faz com que a política para juventude passe de uma questão transversal para uma questão central de desenvolvimento do País. Nós do PMDB temos certeza que as políticas para juventude são uma questão de Estado e não de governos.
Embora setores retrógrados da sociedade tentem, incessantemente, imputar ao jovem males sociais como a violência urbana, nós, do PMDB, acreditamos que a juventude brasileira não pode, e não deve, ser tratada como um problema, mas sim como uma oportunidade inequívoca de transformação.
A juventude do PMDB mostra sua cara e convida a Juventude Brasileira a construir o País que a gente quer, pois existe muito Brasil pela frente.
Emancipação Social como princípio
O PMDB irá trabalhar em todas as suas esferas de organização e orientando seus deputados, governadores, prefeitos e vereadores a consolidar os marcos legais da Juventude (PEC da Juventude, Plano Nacional e Estatuto). Garantia de direitos através políticas públicas será o alicerce da nossa ação.
Oportunidades para os jovens
Muitas são as questões sobre as juventudes do Brasil, mas necessitamos precisar o foco dos debates, para muitos a juventude é um problema, para o PMDB a juventude brasileira é a solução.
É tarefa do poder público garantir os direitos sociais da juventude brasileira e garantir estes direitos é criar oportunidades de acesso a educação, geração de emprego e renda, tempo livre, esporte, participação social e inclusão.
Oportunidades para os jovens, este é o princípio da política do PMDB para a juventude.
1) Educação
Que garanta aos nossos jovens uma Educação Pública e de Qualidade, a erradicação do analfabetismo entre os jovens brasileiros, o fortalecimento do Ensino Médio profissionalizante, proporcionando aos jovens a preparação para o mundo do trabalho e acesso a uma Universidade voltada para a pesquisa e tecnologia de ponta.
2) Geração Emprego e Renda
Qualificação continuada dos jovens para entrar e permanecer no mercado de trabalho, com políticas que visem garantir o Primeiro Emprego, o Empreendedorismo, o Associativismo Cooperativismo, para uma economia solidária e sustentável.
3) Tempo Livre
Políticas de Cultura que compreendam a Juventude como protagonista dos processos de criação e atuação. Apoiar iniciativas locais com garantia de descentralização das ações de cultura sem perder a visão universal do processo cultural.
4) Esporte
Garantir através de políticas públicas de esportes para juventude uma prática de convivência cidadã.
5) Participação Social da Juventude
Exclusão só gera exclusão. A participação social dos jovens é vital para o desenvolvimento das políticas públicas.
O PMDB defende o governo federal e os governos estaduais e municipais adotem o princípio da participação social da juventude, como critério de desenvolvimento democrático para a construção e execução das políticas voltadas e este públicos através da criação de conselhos na esfera estadual e municipal.
6) Inclusão
O Programa Nacional de Inclusão de Jovens – Projovem é uma grande conquista, suas modalidades (Projovem Urbano, Campo, Trabalhador e Adolescente) tem chegado aos estados e municípios e demonstrado, a partir das avaliações dos programas o acerto da política.
O PMDB considera o Projovem uma ação inédita e emergencial e por este motivo é preciso reforça-la garantido sua ampliação substancial geográfica e reforço orçamentário.
Mesmo com uma grande parcela de jovens na escola ainda existem aqueles que estão completamente excluído e sem perspectiva e são estes jovens o foco principal desta política nacional de resgate social.
6.1) Criar espaços de jovens, para jovens, com os jovens.
O PMDB defende a criação de um programa nacional de equipamentos sociais para a juventude, adaptado as necessidades de cada região do país levando em consideração as potencialidades juvenis locais e regionais, clima e o programa de desenvolvimento regional.
As praças da juventude e centros universitários de cultura e arte do governo federal, os centros de referência da juventude criados pelo PMDB no Rio de Janeiro os centros da juventude criados pelo PMDB no Paraná foram um primeiro passo, mas agora é necessário desenvolver estruturas permanentes e integradas aos programas a ações nacionais, estaduais e municipais de política para juventude.
Estes equipamentos devem garantir o acesso da juventude a arte e suas expressões, esporte, lazer, educação e qualificação profissional, baseando-se em três pilares: cidadania, convivência e formação (pessoal, profissional e política).
Estes equipamentos devem ser construídos e gestados numa perspectiva de participação e compartilhamento, num diálogo intra e intergeracional, numa relação dialógica entre poder público/comunidade/juventude.
6.2) Políticas de Acessibilidade
Criar e fortalecer políticas de inclusão da Juventude portadora de necessidades especiais em todas as áreas de atividades voltadas para a Juventude.
Questão institucional
Para garantir o planejamento, execução e integração destas políticas é preciso reforçar a estrutura e o orçamento do órgão executor destas políticas. A implantação do Sistema Nacional de Juventude, Estatuto e Plano Nacional exige um corpo técnico administrativo que garanta o efetivo acompanhamento e avaliação deste processo, numa relação dialógica com os gestores estaduais e municipais e a sociedade civil.
O PMDB defende a criação do Ministério da Juventude, responsável por esta execução e integração. O Ministério da Juventude deverá além garantir a implantação e o cumprimento do Estatuto da Juventude, garantir a construção e desenvolvimento do Sistema Nacional de Juventude e também respaldar a ação do Conselho Nacional da Juventude – CONJUVE garantindo seu pleno funcionamento bem como dar assessoria a estados, municípios e sociedade civil sobre as políticas públicas para juventude.
Tem muito Brasil pela frente!
A população com idade entre 15 e 29 anos hoje no País está estimada em mais de 51 milhões de pessoas. Um ativo grande, poderoso e com potencial para transformar a realidade brasileira dos próximos anos. Mas, para isso, é preciso comprometimento político com o desenvolvimento deste grupo etário. Por este motivo, o PMDB está lançando um conjunto de compromissos e princípios a serem assumidos e perseguidos pelos prefeitos do partido nos próximos anos.
Este momento demográfico faz com que a política para juventude passe de uma questão transversal para uma questão central de desenvolvimento do País. Nós do PMDB temos certeza que as políticas para juventude são uma questão de Estado e não de governos.
Embora setores retrógrados da sociedade tentem, incessantemente, imputar ao jovem males sociais como a violência urbana, nós, do PMDB, acreditamos que a juventude brasileira não pode, e não deve, ser tratada como um problema, mas sim como uma oportunidade inequívoca de transformação.
A juventude do PMDB mostra sua cara e convida a Juventude Brasileira a construir o País que a gente quer, pois existe muito Brasil pela frente.
Emancipação Social como princípio
O PMDB irá trabalhar em todas as suas esferas de organização e orientando seus deputados, governadores, prefeitos e vereadores a consolidar os marcos legais da Juventude (PEC da Juventude, Plano Nacional e Estatuto). Garantia de direitos através políticas públicas será o alicerce da nossa ação.
Oportunidades para os jovens
Muitas são as questões sobre as juventudes do Brasil, mas necessitamos precisar o foco dos debates, para muitos a juventude é um problema, para o PMDB a juventude brasileira é a solução.
É tarefa do poder público garantir os direitos sociais da juventude brasileira e garantir estes direitos é criar oportunidades de acesso a educação, geração de emprego e renda, tempo livre, esporte, participação social e inclusão.
Oportunidades para os jovens, este é o princípio da política do PMDB para a juventude.
1) Educação
Que garanta aos nossos jovens uma Educação Pública e de Qualidade, a erradicação do analfabetismo entre os jovens brasileiros, o fortalecimento do Ensino Médio profissionalizante, proporcionando aos jovens a preparação para o mundo do trabalho e acesso a uma Universidade voltada para a pesquisa e tecnologia de ponta.
2) Geração Emprego e Renda
Qualificação continuada dos jovens para entrar e permanecer no mercado de trabalho, com políticas que visem garantir o Primeiro Emprego, o Empreendedorismo, o Associativismo Cooperativismo, para uma economia solidária e sustentável.
3) Tempo Livre
Políticas de Cultura que compreendam a Juventude como protagonista dos processos de criação e atuação. Apoiar iniciativas locais com garantia de descentralização das ações de cultura sem perder a visão universal do processo cultural.
4) Esporte
Garantir através de políticas públicas de esportes para juventude uma prática de convivência cidadã.
5) Participação Social da Juventude
Exclusão só gera exclusão. A participação social dos jovens é vital para o desenvolvimento das políticas públicas.
O PMDB defende o governo federal e os governos estaduais e municipais adotem o princípio da participação social da juventude, como critério de desenvolvimento democrático para a construção e execução das políticas voltadas e este públicos através da criação de conselhos na esfera estadual e municipal.
6) Inclusão
O Programa Nacional de Inclusão de Jovens – Projovem é uma grande conquista, suas modalidades (Projovem Urbano, Campo, Trabalhador e Adolescente) tem chegado aos estados e municípios e demonstrado, a partir das avaliações dos programas o acerto da política.
O PMDB considera o Projovem uma ação inédita e emergencial e por este motivo é preciso reforça-la garantido sua ampliação substancial geográfica e reforço orçamentário.
Mesmo com uma grande parcela de jovens na escola ainda existem aqueles que estão completamente excluído e sem perspectiva e são estes jovens o foco principal desta política nacional de resgate social.
6.1) Criar espaços de jovens, para jovens, com os jovens.
O PMDB defende a criação de um programa nacional de equipamentos sociais para a juventude, adaptado as necessidades de cada região do país levando em consideração as potencialidades juvenis locais e regionais, clima e o programa de desenvolvimento regional.
As praças da juventude e centros universitários de cultura e arte do governo federal, os centros de referência da juventude criados pelo PMDB no Rio de Janeiro os centros da juventude criados pelo PMDB no Paraná foram um primeiro passo, mas agora é necessário desenvolver estruturas permanentes e integradas aos programas a ações nacionais, estaduais e municipais de política para juventude.
Estes equipamentos devem garantir o acesso da juventude a arte e suas expressões, esporte, lazer, educação e qualificação profissional, baseando-se em três pilares: cidadania, convivência e formação (pessoal, profissional e política).
Estes equipamentos devem ser construídos e gestados numa perspectiva de participação e compartilhamento, num diálogo intra e intergeracional, numa relação dialógica entre poder público/comunidade/juventude.
6.2) Políticas de Acessibilidade
Criar e fortalecer políticas de inclusão da Juventude portadora de necessidades especiais em todas as áreas de atividades voltadas para a Juventude.
Questão institucional
Para garantir o planejamento, execução e integração destas políticas é preciso reforçar a estrutura e o orçamento do órgão executor destas políticas. A implantação do Sistema Nacional de Juventude, Estatuto e Plano Nacional exige um corpo técnico administrativo que garanta o efetivo acompanhamento e avaliação deste processo, numa relação dialógica com os gestores estaduais e municipais e a sociedade civil.
O PMDB defende a criação do Ministério da Juventude, responsável por esta execução e integração. O Ministério da Juventude deverá além garantir a implantação e o cumprimento do Estatuto da Juventude, garantir a construção e desenvolvimento do Sistema Nacional de Juventude e também respaldar a ação do Conselho Nacional da Juventude – CONJUVE garantindo seu pleno funcionamento bem como dar assessoria a estados, municípios e sociedade civil sobre as políticas públicas para juventude.
O Movimento
Uma afirmação é consenso entre o povo brasileiro: nossa democracia ainda engatinha. Ela só tem 22 anos, mas graças à força dos que lutaram e sempre acreditaram nela o Brasil pôde oferecer aos seus cidadãos garantias embasadas em uma Constituição firme a qual todos estão subordinados. Mas a existência de uma política feita pelo povo e para o povo nem sempre foi exercida no país. Voltemos no tempo...
Desde o descobrimento, o Brasil sempre foi marcado pela disparidade entre povo e elites. Durante a monarquia, as disputas políticas ocorriam entre poucas camadas da sociedade, onde predominava o poder dos grandes proprietários rurais.
A partir da Proclamação da República, novos atores entram em cena e, a partir de 1930, as camadas populares começam a participar mais intensamente da vida política do País. Porém, esse intervalo de tempo foi marcado pelo ‘voto do cabresto’, em que as eleições eram apenas pretextos para se elegerem cartas marcadas. A partir da Revolução de 30 foi promulgado um novo código eleitoral e a criação da Justiça Eleitoral para fiscalizar e regulamentar as eleições. A partir daí o voto passou a ser secreto e as mulheres adquiriram o direito. Em 37 um golpe criou o Estado Novo, uma ditadura que durou aproximadamente 8 anos.
Em 1945, a Constituição de 46 possibilitou a consolidação e o funcionamento, até o golpe de 64 de 13 partidos. Dentre eles PSD, UDN, PL, PSP, PRP, PDC, PSB, PCB. Para impedir a realização das reformas de base, como a agrária e bancária, no ano de 1964 foi desferido um golpe militar que extinguiu os partidos políticos, acabou com as eleições e impôs censura aos meios de comunicação. Como resposta ao autoritarismo, nasce o MDB: Movimento Democrático Brasileiro, formado por políticos adeptos das reformas sociais.
Posteriormente, o MDB passou a ser visto como aglutinador das forças democráticas do país.
A luta do MDB foi intensa. Em 5 de fevereiro de 1966, o Ato Institucional nº 3 acabou com as eleições diretas para Governador e Vice-Governador dos Estados, para as prefeituras das capitais e das cidades consideradas de “Segurança Nacional”.
Toda sorte de arbitrariedade foi cometida para impedir o crescimento do MDB. No início dos anos 70, depois de editado o Ato Institucional n º 5, muitos políticos chegaram a discutir a tese de autodissolução do MDB. Era enorme a perseguição ao partido e a seus militantes. Cassações, aposentadorias, exílios e mortes misteriosas eram as armas utilizadas pelo regime para intimidar os comandados do Senador Oscar Passos, então presidente MDB.
Após a histórica campanha da “Anticandidatura” de Ulysses Guimarães e Barbosa Lima Sobrinho, o MDB se aproximou das camadas populares e se fortaleceu como combatente do autoritarismo. Para garantir a continuidade da luta, os líderes do MDB mudaram o nome da sigla para PMDB, Partido do Movimento Democrático Brasileiro. Seis partidos foram criados em 1980 (PMDB, PDS, PP, PTB, PDT, PT).
O regime tentou impedir coligações e estabeleceu a vinculação de votos. O PP resolveu incorporar-se ao PMDB e o fortalecimento do PMDB permitiu o avanço da luta contra a ditadura. E foi assim, até o movimento das Diretas e a eleição de Tancredo Neves na ruptura do regime autoritário.
Sob o comando do eterno combatente Ulysses Guimarães, o PMDB teve destacada atuação na Assembléia Nacional Constituinte, através da Constituição-Cidadã, de 1988, que restabeleceu definitivamente a ordem democrática no país.
Com a vitória de Fernando Collor (PRN) na eleição presidencial de 1989, o PMDB iniciou um trabalho de reorganização do Partido.
Novamente as mudanças e transformações exigidas pela sociedade brasileira levam o PMDB a se mobilizar, através de eleições prévias, para escolher nosso candidato à presidência da República nas eleições de Outubro de 2006.
O PMDB é a experiência político-partidária mais bem sucedida em toda a história política do Brasil. São 4 décadas de luta e de conquistas democráticas.
O PMDB é o maior partido político do país. É um partido aberto aos jovens, às mulheres, aos trabalhadores. Um partido aberto aos democratas de todas as tendências que desejam construir uma sociedade justa, solidária, fraterna e ética.
O PMDB de Tancredo Neves, Theotônio Vilela e Ulysses Guimarães, é o partido democrático que o povo escolheu para promover a justiça social no Brasil.
Desde o descobrimento, o Brasil sempre foi marcado pela disparidade entre povo e elites. Durante a monarquia, as disputas políticas ocorriam entre poucas camadas da sociedade, onde predominava o poder dos grandes proprietários rurais.
A partir da Proclamação da República, novos atores entram em cena e, a partir de 1930, as camadas populares começam a participar mais intensamente da vida política do País. Porém, esse intervalo de tempo foi marcado pelo ‘voto do cabresto’, em que as eleições eram apenas pretextos para se elegerem cartas marcadas. A partir da Revolução de 30 foi promulgado um novo código eleitoral e a criação da Justiça Eleitoral para fiscalizar e regulamentar as eleições. A partir daí o voto passou a ser secreto e as mulheres adquiriram o direito. Em 37 um golpe criou o Estado Novo, uma ditadura que durou aproximadamente 8 anos.
Em 1945, a Constituição de 46 possibilitou a consolidação e o funcionamento, até o golpe de 64 de 13 partidos. Dentre eles PSD, UDN, PL, PSP, PRP, PDC, PSB, PCB. Para impedir a realização das reformas de base, como a agrária e bancária, no ano de 1964 foi desferido um golpe militar que extinguiu os partidos políticos, acabou com as eleições e impôs censura aos meios de comunicação. Como resposta ao autoritarismo, nasce o MDB: Movimento Democrático Brasileiro, formado por políticos adeptos das reformas sociais.
Posteriormente, o MDB passou a ser visto como aglutinador das forças democráticas do país.
A luta do MDB foi intensa. Em 5 de fevereiro de 1966, o Ato Institucional nº 3 acabou com as eleições diretas para Governador e Vice-Governador dos Estados, para as prefeituras das capitais e das cidades consideradas de “Segurança Nacional”.
Toda sorte de arbitrariedade foi cometida para impedir o crescimento do MDB. No início dos anos 70, depois de editado o Ato Institucional n º 5, muitos políticos chegaram a discutir a tese de autodissolução do MDB. Era enorme a perseguição ao partido e a seus militantes. Cassações, aposentadorias, exílios e mortes misteriosas eram as armas utilizadas pelo regime para intimidar os comandados do Senador Oscar Passos, então presidente MDB.
Após a histórica campanha da “Anticandidatura” de Ulysses Guimarães e Barbosa Lima Sobrinho, o MDB se aproximou das camadas populares e se fortaleceu como combatente do autoritarismo. Para garantir a continuidade da luta, os líderes do MDB mudaram o nome da sigla para PMDB, Partido do Movimento Democrático Brasileiro. Seis partidos foram criados em 1980 (PMDB, PDS, PP, PTB, PDT, PT).
O regime tentou impedir coligações e estabeleceu a vinculação de votos. O PP resolveu incorporar-se ao PMDB e o fortalecimento do PMDB permitiu o avanço da luta contra a ditadura. E foi assim, até o movimento das Diretas e a eleição de Tancredo Neves na ruptura do regime autoritário.
Sob o comando do eterno combatente Ulysses Guimarães, o PMDB teve destacada atuação na Assembléia Nacional Constituinte, através da Constituição-Cidadã, de 1988, que restabeleceu definitivamente a ordem democrática no país.
Com a vitória de Fernando Collor (PRN) na eleição presidencial de 1989, o PMDB iniciou um trabalho de reorganização do Partido.
Novamente as mudanças e transformações exigidas pela sociedade brasileira levam o PMDB a se mobilizar, através de eleições prévias, para escolher nosso candidato à presidência da República nas eleições de Outubro de 2006.
O PMDB é a experiência político-partidária mais bem sucedida em toda a história política do Brasil. São 4 décadas de luta e de conquistas democráticas.
O PMDB é o maior partido político do país. É um partido aberto aos jovens, às mulheres, aos trabalhadores. Um partido aberto aos democratas de todas as tendências que desejam construir uma sociedade justa, solidária, fraterna e ética.
O PMDB de Tancredo Neves, Theotônio Vilela e Ulysses Guimarães, é o partido democrático que o povo escolheu para promover a justiça social no Brasil.
Assinar:
Postagens (Atom)


